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Manuel dos Santos


  • É Portugal, ninguém leva a mal!

    Porque não aproveitou o PM a entrevista para fazer uma crítica impiedosa aos ‘terroristas’ que tentaram boicotar o processo de vacinação e porque continua a ignorar o gestão competente do vice-almirante Gouveia e Melo, numa altura em que se verifica um enorme e favorável consenso acerca da sua capacidade e competência?

    É Portugal, ninguém leva a mal!

  • Mas esta é mesmo a última oportunidade?

    O nosso país recebeu, nos últimos 35 anos, mais de 150 mil milhões de euros, divididos por diversas ‘últimas oportunidades’ 

    Mas esta é mesmo a última oportunidade?

  • E se, agora, a culpa já não for do António?

    Quando em 2015, contra todas as expectativas e num clima político de reconhecida facilidade, o PS de António Costa perdeu (insista-se perdeu) as eleições contra a PAF de Passos Coelho, poucos terão sido os que pensaram que a sequência lógica desse desastrado resultado, não fosse a abdicação do líder do PS. Este raciocínio era racional…

    E se, agora, a culpa já não for do António?

  • Sobre a nudez crua da verdade, o manto diáfano da fantasia

    Assim o que podia ter corrido bem, correu muito mal e o decurso da presidência portuguesa, até pela ocorrência de diversos factos negativos, que embora de origem doméstica tiveram repercussão internacional, tornou este semestre europeu num período de acentuada irrelevância.

    Sobre a nudez crua da verdade, o manto diáfano da fantasia

  • Uma Presidência na UE quase irrelevante

    Por muito que isso custe aos habituais propagandistas do sistema, a Presidência Europeia de Portugal, foi, do ponto de vista político, um acontecimento quase irrelevante.

    Uma Presidência na UE quase irrelevante

  • É preciso tirar lições para o futuro (?)

    A acumulação de casos nos últimos dias e a circunstância de a maioria desses casos ser, de uma maneira geral perfeitamente previsível (nalguns casos conhecidos há meses) demonstra que de uma maneira geral, as tais lições para o futuro de pouco servem e, sobretudo, nada corrigem.

    É preciso tirar lições  para o futuro (?)

  • Ter impunidade é só para alguns?

    Ora este vírus, instalado no regime político português desde 2015, tem vindo a acentuar-se progressivamente.

    Ter impunidade é só para alguns?

  • A Europa, de novo, numa encruzilhada?

    Só os ‘otimistas irritantes’, categoria psicossocial que os políticos portugueses criam com alguma facilidade, podem continuar a assobiar para o lado, sem aceitarem que a construção europeia está numa encruzilhada, onde os fatores de elevado risco começam a não ser desprezíveis.

    A Europa, de novo, numa encruzilhada?

  • Quem com ferros mata, com ferros pode morrer

    Em que outro país da União Europeia era possível assistir, em plena pandemia, a uma troca de opiniões tão ‘civilizada’ como a que se verificou, entre o chefe do Governo e o líder do principal partido da oposição? Obviamente, só em Portugal, onde, como sabemos e acabámos de reconhecer embora contrariados, se vive no melhor…

    Quem com ferros mata, com ferros pode morrer

  • ‘Não posso fazer mais’, confessa o Presidente da República

    Surpreendentemente, a estratégia de combate à corrupção que o Governo recentemente apresentou, apesar de conter normas interessantes que constituem pequenos passos positivos, dedica um ensurdecedor silêncio à problemática do enriquecimento indevido.

    ‘Não posso fazer mais’, confessa o Presidente da República

  • Afinal o que é uma crise política?

    É necessário um forte sobressalto cívico e o Presidente parece estar disponível, para em nome de todos, o protagonizar.

    Afinal o que é uma crise política?

  • Para onde está a caminhar a União Europeia?

    Quando a União Europeia conseguiu, com dificuldade e tempo, construir uma solução financeira para acorrer à degradação económica dos estados membros provocada pela pandemia, foi consensual a ideia de que o projeto europeu tinha, de novo, retomado o seu caminho.

    Para onde está a caminhar a União Europeia?

  • Não muda o Presidente, mas mudam as circunstâncias

    Talvez antecipando essa nova postura (ou mudança de circunstâncias?), o Presidente da República criou (perante o silêncio do Governo) uma task force especial para acompanhar (controlar?), a partir de Belém, a aplicação dos recursos europeus que financiarão o Plano de Recuperação e Resiliência.

    Não muda o Presidente, mas mudam as circunstâncias

  • No início era a bazuca, agora é a vitamina

    A pandemia tomou decididamente conta da nossa vida, subalternizando tudo resto e impedindo um debate sério, estruturado e profundo sobre o que verdadeiramente vai determinar o futuro do nosso país.

    No início era a bazuca, agora é a vitamina

  • Presidência da UE – Da propaganda à irrelevância?

    As expectativas da Presidência portuguesa, que, como foi reconhecido, já não eram famosas, ficaram ainda mais enfraquecidas com o estranho caso da nomeação do representante português na Procuradoria-Geral Europeia, que, após os danos colaterais que provocou, sobretudo junto do PE, parece ter ganho agora uma nova dimensão com um recurso para o Tribunal Europeu, que,…

    Presidência da UE –  Da propaganda à irrelevância?

  • Habemus Presidente! O que pode e deve mudar!

    A crise com que o primeiro- -ministro há alguns meses nos ameaçou, com acompanhamento de fundo do Presidente da República em exercício, e que teria sido ultrapassada com a aprovação do primeiro Orçamento de Estado para 2021, está, afinal, aí à frente da nossa vista e do nosso conhecimento.

    Habemus Presidente! O que pode e deve mudar!

  • A lei de Murphy, tomou conta do Governo?

    Portugal sucede à Alemanha; ora se é verdade que todos são iguais (embora também na União alguns sejam mais ‘iguais’ do que outros), este facto acaba por facilitar extraordinariamente a nossa tarefa.

    A lei de Murphy, tomou conta do Governo?

  • 2021 será o ano do tudo ou do nada!

    Poucas vezes o nascimento de um novo ano será acompanhado de tantas incertezas e de tantas angústias mas também de tantas esperanças.

    2021 será o ano do tudo ou do nada!

  • O botão de pânico ou a vergonha do botão?

    Não podemos continuar com ilusões, mentiras e fugas às responsabilidades porque isso só serve para sedimentar e alimentar projetos de exclusivo poder pessoal.

    O botão de pânico ou a vergonha do botão?