O caos nos aeroportos foi anunciado há anos, mas agora são os polícias o bode expiatório da incompetência dos governantes.
O mundo assiste impávido e sereno – e não tem outra hipótese – às matanças decretadas por Trump, como a dos sobreviventes de uma lancha afundada.
É impressionante como alguns socialistas renegam o papel de Mário Soares no 25 de Novembro e se agarram a teorias loucas…
O cartão de visita da abertura da Arábia Saudita foi na comitiva real à Casa Branca e caiu o Carmo e a Trindade.
A comunicação social entrou numa onda de olho por olho, dente por dente. A BBC, infelizmente, entrou no jogo.
Será que a PSP vai encontrar polícias nas nuvens para conseguir diminuir os tempos de espera nos aeroportos?
O delírio de alguns ‘comentadeiros’ é tal que conseguem dizer que o acordo de paz em Gaza nunca esteve tão longe. Internem-se rapidamente.
O folclore da rapaziada do BE torna-se grave quando todes defendem que a culpa do massacre do 7 de outubro é de Israel. Nem Hitler diria melhor.
Ricardo Araújo Pereira é uma cassete riscada para os fãs de André Ventura e só dá mais votos ao Chega.
O que leva candidatos a concorrerem a eleições que sabem que vão perder? Vaidade, negócios ou amor ao partido.
A flotilha, como não podia deixar de ser, tornou-se polémica desde o primeiro momento, quando não condenou o Hamas pelos ataques de 7 de outubro e pelos reféns que ainda tem em cativeiro. A festa que não foi em Ibiza, mas sim em Barcelona, revela bem o circo que é a flotilha.
A Suécia tem um problema grave que a obriga agora a rever as tontices que fez por querer ser um país moderno. Já no Brasil, Glória Perez, a escritora de telenovelas famosas, dá o Grito do Ipiranga e arrasa a cultura woke. E Portugal? Vai continuar a querer ser modernaço e tonto?
Se os chineses continuam com o retrato de Mao Tsé-Tung na principal praça de Pequim, apesar dos milhões de mortos que provocou, em Portugal há quem queira doutrinar os incautos, dizendo que os erros que os seus partidos cometeram não foram mais do que necessários para alcançar a felicidade.
São milhares os que correm risco de vida e que gastam o que não têm para chegar à Europa, mas o velho continente não deve promover esse tipo de turismo. Deve, sim, contratá-los nos seus países de origem, até para não serem escravizados pelas máfias locais e nacionais.
O líder do Chega alimenta-se, com deleite e volúpia, dos ataques que todos o atores políticos, jornalísticos e comentadores lhe fazem. Cada ataque é mais uma dúzia de votos no bolso, atendendo ao que se tem visto nas últimas eleições e ao que se passa nas redes sociais, onde Ventura é praticamente o José Mourinho…
José Luís Carneiro quer reconquistar o poder, recorrendo às múmias socialistas que tanto prejudicaram o partido. Ou é muito bonzinho ou então é mais maquiavélico do que todos nós juntos. Acho que foi só pessimamente aconselhado.
O fim das barracas e o respetivo realojamento nunca foi pacífico, mas o que as câmaras televisivas, muitas vezes, mostram quando estão ligadas não passa de uma peça de teatro de alguns interessados. Obviamente que crianças e adultos a dormir a céu aberto é revoltante, mas isso não justifica tudo.
O jornalismo quer à força confundir factos com opiniões. Quem estivesse distraído poderia pensar que os desacatos em Torre Pacheco começaram com ataques de jovens de extrema-direita a imigrantes. Não é verdade, foi um homem de 68 anos que foi agredido por jovens imigrantes. Mas nada justifica vingança.
O homem tem talento para dar e vender. Podia ter vendido panelas na antiga Feira Popular ou condomínios em Vale do Lobo, mas como a sua magia chega a muito lado, optou por outros caminhos. Durante os próximos largos meses atuará no Campus da Justiça, mostrando as suas qualidades de sofista…