Polícia deslocou-se ao estabelecimento e apreendeu a arma
Atirador foi imediatamente detido pelas autoridades e a escola não chegou a encerrar.
“Vou levar [este caso] para o tribunal e, enquanto respirar, quero justiça. Não pelo meu filho, mas por tantos outros que têm sofrido e as mães se têm calado”, explicou a mãe do jovem.
O aluno, de 16 anos, cometeu o crime após ter “ouvido vozes” durante a noite a pedir-lhe para matar a professora de espanhol.
Agressões ocorreram segunda-feira, dentro do recinto escolar, em Pombal
A mãe da vítima apresentou queixa na terça-feira, tendo o caso sido encaminhado para o Ministério Público, que “vai apurar o que aconteceu”.
Número de estabelecimentos de ensino público diminuiu, em sete anos há um decréscimo de mil escolas.
“Temos mandato para greve por tempo indeterminado e estamos a cumprir todos os requisitos legais para manter essa greve, apesar dos serviços mínimos”, disse André Pestana.
Foram mandados para o local centenas de operacionais para tentar localizar o suspeito, um homem de “baixa estatura” e que usava “uma máscara”, disseram as autoridades aos jornalistas.
Vítima e agressor terão ambos necessidades educativas especiais.
Jovem tinha uma pistola de ar comprimido e 14 munições.
Cerca de 200 crianças não foram à escola hoje
Diretor do agrupamento implementou entretanto medida que obriga educadoras a ligarem aos pais caso as crianças faltem
Ausência da criança só foi notada quando a mãe a foi buscar à escola.
Disparo não foi acidental. Menino ficou sob custódia policial.
O Nascer do SOL contactou a Escola Secundária Marques de Castilho, em Águeda, mas não obteve resposta. Já o Ministério da Educação diz não ter conhecimento da ordem de serviço emitida antes da visita do ministro João Costa.
O pai dos alunos, Artur Mesquita Guimarães, adiantou que já foi interposta uma queixa-crime, por difamação, contra o procurador do Ministério Público.
Duas alunas desentenderam-se e o incidente acabou com uma das jovens no hospital.