A possibilidade de inundações e cheias é particularmente grande na “bacia hidrográfica do Minho”, sendo que existem “zonas historicamente sensíveis”, como a região metropolitana de Lisboa e o Algarve.
As cheias de 1967 são consideradas a pior tragédia depois do terramoto de 1755.
A CUF Tejo, o LX Factory e a sede da EDP são alguns dos exemplos de edifícios que dificultam o escoamento de água. Fenómenos destes vão ocorrer com mais frequência e com mais intensidade e o plano de drenagem feito a pensar nos dias de hoje poderá ficar ultrapassado – a exemplo do que se…
Numa gravação que circulou nas redes sociais, um dos bombeiros acusa Costa de ter desmobilizado material do Regimento de Sapadores Bombeiros numa altura em que a cidade estava a braços com inúmeros problemas de inundações.
Maioria foi registada em Lisboa e estava relacionada com inundações.
Fortes chuvadas lançaram o pânico na zona da grande Lisboa. Carlos Moedas acena com plano que deverá estar concluído em 2025, mas Tiago Mota Saraiva garante que é necessário inverter a lógica da construção.
22 tiveram de deixar as suas habitações e seis foram temporariamente acolhidas numa “zona de concentração de apoio à população” criada no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures, informou a autarquia.
Na freguesia de Minha de Água, o mau tempo levou a que houvesse um aluimento de terras que “atingiu dois barracões, e que levou a que 100 pessoas tivessem sido deslocadas temporariamente das suas habitações”, disse o comandante de operações, José Miranda.
“Não podemos politizar esta matéria. É uma matéria demasiado importante para o nosso futuro”, frisa o autarca.
IPMA prevê chuva forte e trovoada até às 2h30.
De acordo com o governo do país, mais de 1.500 pessoas ficaram feridas, tendo outras 1,4 milhões sido obrigadas a abandonar as respetivas áreas de residência.
Várias ruas da cidade ficaram alagadas e plano de drenagem está em andamento.
Desde junho, mais de mil pessoas morreram na sequência das inundações um pouco por todo o país.
“O balanço provisório das inundações é de 341.056 pessoas afetadas (ou seja, 55.123 agregados familiares) em 11 das 23 províncias”, incluindo a capital, N’Djamena, diz a nota divulgada pelo gabinete de coordenação dos assuntos humanitários das Nações Unidas (OCHA).
IPMA colocou as nove ilhas dos Açores sob aviso amarelo devido à chuva até às 12h00.
Entre as vítimas mortais, encontram-se crianças.
Cerca de 22.300 pessoas foram afetadas pela chuva na região, com casas danificadas e estradas bloqueadas, de acordo com a cadeia de televisão chinesa CGTN.
A tempestade apanhou de surpresa as autoridades, que tinham sinalizado a sua chegada com o mais baixo nível de alerta.