Vereshchuk dirigiu-se em particular aos habitantes com filhos, pedindo que se retirem para zonas mais seguras: “Não arrisquem a vida dos vossos filhos”.
“Os disparos vieram da margem do outro lado do rio Dnieper, onde se encontra o exército russo”, referiu o repórter.
Moscovo terá fornecido suprimentos e munições às tropas russas para apenas três dias, uma vez que a invasão seria rápida e eficaz.
Quatro prédios residenciais” ficaram “ligeiramente” danificados pelo ataque com drones das tropas russas, reportou a Administração Militar ucraniana.
A reconquista de Melitopol, cidade ocupada pela Rússia, é atualmente um dos principais objetivos de Kiev.
Perante uma nova onda de ataques, Kiev quer reforçar as suas defesas e evitar uma crise de refugiados vindos da linha da frente da guerra.
“É uma guerra terrível na Ucrânia. É também uma guerra que se pode tornar numa guerra total, que alastra para uma grande guerra entre a NATO e a Rússia”, acrescentou, frisando que o Ocidente está a trabalhar “todos os dias” para evitar esse cenário.
“Sim, estamos a fazer isso, mas quem é que começou?”, começou por dizer o líder russo, no âmbito de uma cerimónia de entrega de medalhas no Kremlin, acrescentando que os ataques são uma resposta à explosão que afetou a ponte da Crimeia.
Entre as regiões afetadas estão Zaporijia, Odessa, Cherkasi, Kharkiv, Dnipropetrovsk e Poltava.
Presidente dos Estados Unidos afirmou que poderia conversar com o seu homólogo russo, Vladimir Putin. Mas só este retirasse as suas tropas dos territórios ucranianos.
Os constantes cortes diários de luz afetaram o aquecimento e a iluminação de milhões de pessoas na Ucrânia.
A Ucrânia pediu mais fornecimentos europeus de peças para a sua devastada rede elétrica.
As plataformas GLSDB disparam mísseis baratos e abundantes. Algo essencial dado que os excedentes americanos se estão a esgotar.
O Presidente tentou convencer mães de reservistas mortos de que partilhava a sua dor.
Ao todo, de acordo com o chefe do gabinete presidencial ucraniano, com esta troca, sobe para 98 o número de prisioneiros de guerra ucranianos trocados com a Rússia numa semana.
Nos territórios libertados em Kherson, as equipas já retiraram mais de 5.000 objetos explosivos.
A lei, de acordo com a Europa Press, colocava mesmo antes da guerra o ucraniano como a língua a ser utilizada em todo o território.