Luís Montenegro foi eleito para um ciclo político de quatro anos, não foi para se deixar condicionar por eleições regionais em que não tinha nada que se ter metido, nem por europeias para as quais tem é de arranjar um bom candidato em vez de estar com medo do resultado.
Apesar da escolha de Miguel Albuquerque, Luís Montenegro e Rui Rocha mantêm as pontes
A entrevista de Luís Montenegro à CNN-Portugal teve mais audiências do que o comentário-entrevista de Pedro Nuno Santos na SIC-Notícias
As eleições europeias estão marcadas para 09 de junho de 2024 e o mandato de Luís Montenegro terminará em julho
Líder do PSD considera que “não vale a pena alimentar mais este assunto” e que “não é não”.
“Nós não vamos governar nem a Madeira, nem o país, com o apoio do Chega, porque não precisamos”, disse o presidente nacional do PSD.
Montenegro diz que apresentação da moção é “uma criancice e uma infantilidade”.
O presidente do PSD deixou uma “palavra de incentivo” aos alunos.
Os motores já estão a aquecer. 2024 é ano de primárias para as legislativas. Montenegro sabe que tem que ganhar para sobreviver. Costa aposta tudo numa nova vitória.
O líder do PSDaproveitou o comício do Pontal para apelar à unidade interna e à mobilização para os desafios eleitorais que se aproximam. Mas o entusiasmo não é esfuziante.
Paulo Mota Pinto defendeu que o PSD deve avançar com um pedido de audição à Procuradora Geral da República, Lucília Gago, caso o Ministério Público (MP) não dê explicações.
Lucília Gago informa que enviou a carta do PSD para o ‘respetivo processo’. Montenegro não gostou e vai insistir, mas não quer que o caso ofusque a ação política do partido.
Encontro do PPE em Bruxelas dá ânimo a Luís Montenegro, que assinala o 1.º aniversário como presidente do PSD na próxima segunda-feira. O partido não descola nas sondagens, mas a direção prefere enfatizar a recuperação face ao PS.
Deputados do PSD entendem que indicação de Pinto Moreira para comissões foi premeditada e dá sinal de ‘contradição’. Montenegro invoca ‘obrigação constitucional e regimental’.
O regulamento do Congresso estatutário agendado para 25 de Novembro fez parte da ordem de trabalhos dos conselheiros nacionais do PSD.
“Lendo a sua carta, percebo que não pretende qualquer esclarecimento, mas tão só fazer combate político ao Governo, ainda que à custa do Sistema de Informações da República Portuguesa [SIRP]”, escreve o primeiro-ministro, numa carta/resposta ao líder social-democrata, a que a agência Lusa teve acesso, e que também foi enviada ao Presidente da República.
O líder da Oposição escreveu uma carta ao PM em que não deixa margem para dúvidas: ou há demissões no Governo e nas ‘Secretas’ ou quebra-se um consenso de quase 50 anos e o PSD deixa de partilhar com o PS a confiança nos Serviços de Informação. Uma cópia da carta seguiu para Belém.
Sociais-democratas não gostaram de ouvir Luís Montenegro dizer que perder europeias por dois pontos não seria um mau resultado. Direção fala em ‘descontextualização’ maldosa.