Diretora executiva do CEPAC denunciou que criança nepalesa tinha sido vítima de “linchamento”, mas Ministério da Educação não tem indícios do caso.
Ministério tutelado por Fernando Alexandre admite que contactou “a associação que denunciou o alegado episódio, tendo esta inicialmente recusado colaborar. Após insistência, os serviços da DGEstE conseguiram apurar o estabelecimento de ensino em que a suposta agressão teria ocorrido, que afirmou desconhecer qualquer agressão”.
“O caminho deste Governo não é o caminho que os estudantes querem”, refere o documento.
Foi durante o Estado Novo, uma referência no ensino técnico e profissional. Depois do 25 de Abril lá se encontravam as mais diversas culturas e etnias. Em 2010 fechou portas ficando ao abandono até hoje. Agora, será demolida para a concretização da TTT.
Estagiário passa a ganhar o mesmo que um professor no 1.º escalão da carreira.
João Costa diz que os cartazes polémicos são “feios em termos estéticos” e que “a maior parte dos professores não se reveem” neles.
Os cerca de 400 militares das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário irão promover em exclusividade ações de sensibilização no âmbito da segurança na rua, em casa e ainda segurança rodoviária.
João Costa acredita que o telemóvel é também um recurso didático, preocupando-o, no entanto, o aumento de “algumas questões de segurança e de ciberbullying”.
Estruturas sindicais voltam a agendar greves no arranque do novo ano letivo. Ministro lamenta decisão e quer que alunos sejam prioridade. Marcelo apela a diálogo entre professores e Governo. Braço-de-ferro parece estar para durar e repetir experiência do ano passado.
Quase 50 mil estudantes foram colocados no ensino superior, dos quais mais de 19 mil foram em politécnicos. Engenharia Aeroespacial destronou Medicina ao liderar o pódio de nota mais alta.
Havia vagas para mais de 10 mil.
Docentes exigem concurso de vinculação extraordinária e regime específico de recrutamento.
De fora desta decisão ficaram as avaliações finais dos 9.º, 10.º e 11.º anos.
Ministério e sindicatos estão reunidos para nova ronda de negociações.
A possibilidade de os diretores poderem colocar alguns professores a trabalhar em duas escolas do mesmo na Pedagógica (QZP) é um dos principais pontos de discórdia.
As reuniões vão realizar-se numa mesa única e incidirão sobre um novo regime de concursos, assim como noutras matérias que têm estado no centro das reivindicações sobre o regime de concursos e colocação de docentes nas escolas.
Mário Nogueira diz que só tem havido “propostas do Ministério da Educação que os professores não podem aceitar”.
Vítima e agressor terão ambos necessidades educativas especiais.