O chefe de Estado iraniano considerou que a morte do líder do Hamas foi “um ato covarde e um desenvolvimento perigoso na política israelita”.
“Trata-se de uma questão difícil. Do ponto de vista jurídico é um problema, mas do ponto de vista prático, estamos abertos a alcançar os nossos objetivos através de negociações. Portanto, são possíveis várias variantes”, declarou o porta-voz presidencial, Dmitri Peskov.
Ministério da Defesa russo informa que os aparelhos foram destruídos nas regiões de Bryansk (2), Moscovo (1), Tambov (1) e Tula (1).
Decisão de Moscovo “restringe ainda mais o acesso a informações livres e independentes e alarga a já grave censura dos meios de comunicação social na Rússia”, diz UE.
O Presidente da Rússia discursava por ocasião do Dia da Rússia, feriado nacional.
Já 90 países confirmaram a sua participação na conferência internacional que irá decorrer em Lucerna (centro da Suíça), em 15 e 16 de junho, incluindo Portugal, sobre a guerra na Ucrânia.
O Kremlin tinha atribuído as culpas à Ucrânia, pelo atentato que matou mais de uma centena de pessoas, num teatro, em Moscovo.
A porta-voz da diplomacia russa, Maria Zakharova, afirmou que: “As relações luso-russas vivem a crise mais profunda de toda a sua história”.
“Estamos cientes do nervosismo sentido não só em Kyiv, mas nas capitais europeias e nos Estados Unidos, devido à operação militar especial em curso”, comentou o porta-voz do Kremlin Dmitri Peskov.
Navalny, de 47 anos, passou um terço da sua pena de três anos em confinamento solitário desde o seu regresso a Moscovo em 2021.
Foram retirados mais de 900 doentes do complexo hospitalar.
Número de vítimas mortais subiu para 115 e de feridos para 145.
Pelo menos 40 pessoas morreram e outras 100 ficaram feridas.
Porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia afirmou, no Telegram, que se tratou de um “ataque terrorista”
Em plena Guerra Fria, enquanto um pianista russo atuava em Nova Iorque, um americano atuava no Conservatório de Moscovo. O público estava de má catadura e apupou-o
Washington pediu aos norte-americanos para que evitem viajar para o país.
Informação foi avançada nas redes sociais.
As baixas ucranianas desde o início da guerra, estima Shoigu, são de 444 mil.