Sentença do caso da Operação Pretoriano foi lida esta quinta-feira. Dos 12 arguidos apenas dois foram absolvidos de todos os crimes. Mas ‘Macaco’ foi o único condensado a pena de prisão efetiva.
O MP pediu na segunda-feira penas de prisão efetiva superiores a cinco anos para os arguidos Fernando e Sandra Madureira, Vítor Catão, Hugo “Polaco”, Vítor “Aleixo”, e o seu filho, que tem o mesmo nome, no âmbito da Operação Pretoriano
O perigo de fuga de algum dos arguidos e o receio de desordem pública, tanto no interior como no exterior do tribunal, obrigou a PSP reforçar fortemente a segurança do julgamento. Subintendente da PSP recebeu ameaças de morte e ficou sem carro, pois puseram-lhe fogo.
Presidente da mesa quer evitar eventuais nulidades. Estatutos obrigam à presença dos sócios, mas medidas de coação impendem comparência.
Acusação do MP foi mantida na íntegra e todos os 12 arguidos vão responder em tribunal.
O início da instrução deste processo estava marcado para as 9h30, no Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Porto. Estavam agendados, para hoje, os interrogatórios de Fernando Madureira, antigo líder da claque Super Dragões, e da sua mulher, Sandra Madureira.
Em 31 de janeiro deste ano, a PSP deteve 12 pessoas – incluindo dois funcionários do FC Porto e o líder dos Super Dragões, Fernando Madureira -, no âmbito da Operação Pretoriano
Hugo Carneiro, adepto do FC Porto conhecido como ‘Polaco’, também fica com a mesma medida de coação enquanto Vítor Catão passa a prisão domiciliária, com pulseira eletrónica.
Medidas de coação deverão ser conhecidas hoje.
Dirigente anunciou a sua recandidatura à presidência do FC Porto nas eleições dos órgãos sociais do clube para o quadriénio 2024-2028
As audições serão retomadas na segunda-feira, a partir das 10h00
Na ‘Operação Pretoriano’, os GOE foram de Lisboa ao Norte para a eventualidade de existir material explosivo na casa de algum dos detidos. Encontraram droga, dinheiro e uma arma.