Mortes foram registadas na cidade de Lutsk (1), no noroeste da Ucrânia, e as outras duas nas regiões de Dnipropetrovsk (centro) e Zaporijia (sudeste) durante o ataque russo.
A prisão está cercada pelas autoridades russas. Há registo de mortos e feridos.
O país já abriu processos criminais contra um jornalista norte-americano e dois italianos, por terem atravessado, ilegalmente, a fronteira.
O ataque, que terá decorrido pelas 16h00 (14h, em Lisboa), contou com pelo menos seis explosões.
De acordo com a Ucrânia, a ofensiva, que dura há mais de duas semanas, fez com que Kiev conseguir assegurar o controlo de cerca de 93 localidades e mais de 1.200 quilómetros quadrados do território da região de Kursk.
Os russos temem que a investigação seja arquivada.
Governo russo refere que existe necessidade de “manter uma situação estável no mercado de combustíveis durante o período de elevada procura e de reparações planeadas nas refinarias”.
Duas aldeias da região foram alvo de ataque com recurso a drones: Chebekino e Ustinka.
As localidades estão situadas na região de Kursk, onde as forças ucranianas estão a realizar uma incursão.
O Presidente da Rússia considera que a incursão militar ucraniana merece uma “resposta firme”.
Bairro tem uma população de cerca de 14.000 habitantes, que estão a ser transferidos para zonas mais seguras.
Depois desta visita Mahmoud Abbas irá visitar a Turquia.
Os ataques aéreos da Rússia têm vindo a aumentar, em resposta à incursão terrestre realizada pela Ucrânia, na semana passada.
Pelo menos 35 pessoas ficaram feridas.
Viúva do opositor russo será detida durante dois meses em caso de detenção em território russo, ou após a sua extradição para a Rússia.
A Câmara de Lisboa, sob presidência de Carlos Moedas (PSD), está agora a avaliar se recorrerá da decisão judicial, e diz lamentar “esta pesada herança deixada pelo anterior executivo socialista”.
Um bebé de oito meses acabou por morrer.
O chefe de Estado iraniano considerou que a morte do líder do Hamas foi “um ato covarde e um desenvolvimento perigoso na política israelita”.