Agressões brutais, filmagens e abuso de poder. Violência só parou quando um outro agente entrou na sala e questionou o que se estava a passar.
Na maioria dos casos, as suas famílias ficaram sem informações sobre eles e desconheciam o seu paradeiro
Joseph Figueira Martin foi preso há mais de um ano, quando estava ao serviço de uma ONG
Os polícias algemaram e proferiram insultos racistas contra os dois homens que estavam na residência.
Marido da vítima foi detido, acusado de tortura, violação agravada e sequestro.
Práticas foram levadas a cabo com “autorização direta, política deliberada ou através da tolerância oficial de autoridades superiores”.
A Human Rights Watch descreve que os guardas turcos agrediram e torturaram, no dia 11 de março, “oito sírios que tentavam entrar ilegalmente na Turquia”.
Tribunal não ouviu as testemunhas de acusação.
A polícia ucraniana adianta que até segunda-feira instaurou 40.742 processos criminais por crimes cometidos pelas tropas russas no território da Ucrânia.
Cidadã brasileira tinha sido condenada a seis anos de prisão.
De entre os 13.500 russos anti-guerra detidos, 113 eram crianças.
Além de toda a violência exercida, os arguidos retiraram a roupa da vítima e registaram o momento em filmagens e fotografias.
Os factos ocorreram em 2019 contra um trabalhador de nacionalidade ucraniana.
GNR revela que as agressões foram reportadas ao Ministério Público. Três dos agentes do Destacamento Territorial de Odemira são reincidentes.
Al-Raisi é acusado dirigiu a repressão de dissidentes emiratis. A UAE terá abusado do uso de mandatos de captura internacionais.
Os detidos – dois homens e duas mulheres – têm entre 26 e 46 anos. Um dos crimes atribuído ao grupo está relacionado com um casal octogenário, que, nos finais de 2018, foi “torturado barbaramente” para entregar a chave de um cofre. A mulher acabou por morrer, enquanto o homem sofreu ferimentos após ser regado…
O assassinato ocorreu na cidade iraquiana de Fallujah.
Os militares, durante 8/9h, “cometeram agressões físicas continuadas e intimidaram psicologicamente o ofendido”, um cidadão suspeito de ter furtado o veículo de um dos agentes.
Brusca, assassino do procurador anti-máfia Giovanni Falcone, beneficiou de uma redução da sua pena de prisão perpétua, por ser um arrependido da máfia.