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Acabaram-se as dúvidas. Estudo diz que as mulheres têm o cérebro mais ativo que os homens

Estudo prova que existem diferenças cerebrais baseadas no género

As mulheres têm mesmo o cérebro mais ativo do que os homens e quem o diz é a ciência.

De acordo com o jornal ‘The Sun’, esta foi “ a maior pesquisa de imagens já realizada” e ajudou a provar que existem realmente diferenças cerebrais baseadas no género.

Além das mulheres pensarem mais que os homens, conseguem ainda ser mais intuitivas, ansiosas e emocionais, já que os cientistas descobriram que as mulheres aumentaram o fluxo sanguíneo nas partes do cérebro – região do córtex cerebral - responsáveis ​​pelo controlo dos impulsos, atenção, consciência e áreas emocionais envolvendo a ansiedade e o ânimo.

Contudo, os homens têm mais ativas a partes visuais e de coordenação.

Para este estudo, levado a cabo pela Amen Clinics, na Califórnia, foram analisadas 128 regiões cerebrais através de scans de 119 voluntários saudáveis e de mais de 26 mil pacientes afetados por transtornos como doença bipolar, esquizofrenia e perturbação de hiperatividade com défice de atenção.

“Este estudo é muito importante para perceber melhor as diferenças do cérebro baseadas no género, quantificáveis, que por sua vez nos ajudam a compreender o risco associado a doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, diferente em homens e mulheres”, explicou o psiquiatra Daniel Amen, principal autor da investigação, citado pelo The Sun.

Desta forma, o estudo ajuda a explicar alguns comportamentos como as mudanças de humor e porque razão têm as mulheres mais capacidade de  empatia, intuição, colaboração e autocontrolo do que os homens.

Contudo, esta característica não traz apenas coisas positivas. A investigação concluiu ainda que a irrigação das zonas límbicas deixa-as mais vulneráveis a depressões, ansiedade, insónias, distúrbios alimentares e demência. Enquanto os homens parecem mais propensos a sofrer de transtorno de défice de atenção e hiperatividade, bem como problemas de conduta.

Assim, segundo a ciência, dizer que as mulheres pensam demais nas coisas comparativamente com os homens deixa de ser um estereótipo.