Politica

Constitucional contra utilização do Chega em coligação e Ventura avalia candidatura

O Tribunal Constitucional notificou a coligação Chega, que se formou para as eleições europeias, para que o nome do movimento de André Ventura seja retirado, sob pena de chumbar a coligação nos boletins de voto. André Ventura, ex-militante do PSD, diz ao i:" Arrisco-me a dizer que o projeto pode estar em risco".

O Tribunal Constitucional notificou a coligação Chega para as Europeias de 26 de maio para corrigir o nome, uma vez que existe um partido com o mesmo nome em processo de avaliação e formalização no Palácio Ratton. Caso a coligação-  composta pelo PPM, Democracia21, movimento Chega e o PPV/CDC - não retire o nome Chega, o Constitucional não aceitará a sua inscrição para que figure nos boletins de voto.

Em declarações ao i, André Ventura, que é o cabeça de lista da coligação, admite já que o projeto está em risco para as eleições europeias: "Arrisco-me a dizer que o projeto pode estar em risco". O antigo autarca de Loures e ex-militante do PSD diz que não vê razões para que a coligação não seja aceite com o nome Chega, porque não houve apropriação indevida da designação do movimento a que preside.  Agora, Ventura vai reunir com os responsáveis do seu movimento e com os restantes parceiros da coligação para avaliar o problema. No limite, André Ventura pode não vir a encabeçar a lista às europeias de 26 de maio.