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Opinião. Trump, o Presidente da Paz: vem aí Acordo histórico de Shalom entre Israel e Marrocos

A Administração Trump não se fica por aqui, no que toca à concretização de milagres diplomáticos. Vêm aí mais novidades.

É mais um feito da Administração Trump: o Kosovo – país de maioria muçulmana – irá reconhecer o Estado de Israel, instalar a sua Embaixada em Jerusalém e reconhecer a Sérvia, o que representa um passo inegável na estabilização dos Balcãs.

Por outro lado, a Sérvia – um outro país magnífico – irá transferir a sua Embaixada para a capital eterna de Israel, Jerusalém.

A Sérvia dá, pois, uma lição aos restantes países europeus, aplicando um princípio tão elementar de Direito Internacional: as Embaixadas devem situar-se na capital de cada país, conforme definida soberanamente pelo Estado “acolhedor”.  No caso de Israel, não há dúvidas legítimas – nem pode haver, sob pena de perda de lucidez política – que a sua capital é Jerusalém.

Para esta decisão tão acertada da Sérvia, muito contribuiu o esforço contínuo e incansável do LIKUD Sérvia, que nunca desistiu de mostrar a luz da Razão ao Governo Sérvio liderado pela Primeira-Ministra Ana Brnabić – e a ajuda diplomática inexcedível do Presidente Trump. 

Extraordinário como a comunicação social – quase quatro anos volvidos – ainda reitera à exaustão as mantras com que tentou deslegitimar o Presidente eleito dos EUA e do Mundo Livre: o Presidente Trump é um político anti-diplomático, que não liga às convenções, nem aos conselhos dos “especialistas”, dizem eles.

Ora, a verdade é que o “Presidente anti-diplomático” já alcançou no seu primeiro mandato vitórias diplomáticas extraordinárias, tidas como “impossíveis” ou “improváveis” até há bem pouco tempo.

E daqui este paradoxo que desmonta a hipocrisia desta trupe de “génios” que reza (nós sabemos porquê…) pelo insucesso do Presidente Trump: o Presidente que não sabe ser diplomático, reforçou a diplomacia como meio de alcançar a paz entre as Nações e obter resultados satisfatórios para as partes envolvidas.

Que substituiu a diplomacia da resignação pela diplomacia da determinação.

 Que substituiu a diplomacia da retaliação pela diplomacia da negociação.

A mudança da Embaixada da Sérvia para Jerusalém e os feitos comerciais e diplomáticos com o Kosovo – levando este país a ser mais um parceiro e amigo da grande e inigualável Nação israelita – são os exemplos mais recentes de “impossibilidades” (segundo os “génios” da política, que os media tanto idolatram) tornadas “possíveis” pelo Presidente que “desafia as regras da democracia”( esta anedota nunca cansa de nos divertir…). 

E a Administração Trump não se fica por aqui, no que toca à concretização de milagres diplomáticos. Vêm aí mais novidades.

Como já avançámos, o próximo grande feito rumo a uma cada vez mais progressiva segurança coletiva que o Presidente Trump dará ao mundo é mais um Acordo de Paz. Desta feita, entre Israel e Marrocos.

 Para tal, contará com a colaboração do Rei Emérito Juan Carlos que está intercedendo junto do Rei de Marrocos para reatar relações diplomáticas amistosas entre o seu Reino e a Nação do povo judaico.

Recorde-se, como nós já aludimos na nossa prosa anterior, que o Rei Juan Carlos normalizou as relações entre Espanha e o Reino de Marrocos, designadamente, na questão do Saara Ocidental (transferindo-o para o domínio marroquino).

O Rei Emérito Juan Carlos é altamente respeitado pela Casa Real marroquina, tendo ainda hoje uma não negligenciável capacidade de influência junto do Rei Mohammed VI. Em articulação com o Rei Emérito de Espanha, o Presidente Trump coloca Marrocos como uma prioridade da política externa norte-americana (GREAT AGAIN foreign policy).

Isto porque Marrocos será um ponto geopolítico decisivo para conter as tentações imperialistas (que são muitas e cada vez mais materializadas) do Partido Comunista Chinês.

Para tal, o Presidente Trump pretende instaurar uma Base Militar dos EUA – com meios avultados, no que se tornará um dos maiores ativos estratégicos geopolíticos e militares norte-americanos – no Saara Ocidental.

Será uma vitória notável para os EUA e para o Mundo Livre – e uma derrota pesada para os comunistas-imperialistas chineses. Na verdade, o Partido Comunista Chinês está tentando – contando até com a ajuda de lobbystas portugueses – que Marrocos vede a presença dos EUA no seu território e consinta na construção de uma “mini-colónia” chinesa no Saara Ocidental.

Os chineses comunistas-imperialistas pretendem, desta forma, dominar esta área estratégica para a implementação do seu projeto “One Belt, One Road”, bem como explorar, em exclusivo, o ouro e demais bens preciosos desta área do globo. Note-se que a China comunista-imperialista encara África como uma mera extensão do seu território, sujeito à sua (indisputável) soberania – “ África é nossa”, gritarão o Presidente Xi e seus camaradas.

Mais uma vez se prova a importância geopolítica do trabalho que o Rei Emérito, em articulação com o Presidente Trump, está desenvolvendo: a fixação de uma das mais relevantes Bases Militares dos EUA no Saara Ocidental será uma pesada derrota infligida à China comunista-imperialista. Não admira, portanto, que o nosso texto anterior tenha gerado reações tão epidérmicas: os lobbystas portugueses ao serviço da China Comunista-imperialista estão desesperados…O negócio em Marrocos com os chineses parecia ser lucrativo…

 Por outra banda, os EUA, ao fixarem uma Base Militar no Saara Ocidental, pretendem incrementar a segurança do comércio internacional: a presença militar norte-americana nesta área do globo permitirá defender a circulação dos navios de mercadorias no Mediterrâneo, sobretudo dos navios petroleiros. O que não deixará de ser encarado também como um sinal poderoso contra o Irão.

Em rigor, desde o primeiro dia do Presidente Trump na Casa Branca, os EUA colocaram África – e , em particular, Marrocos – como uma das suas prioridades da sua “grand strategy” internacional.

“America First” nunca foi “America only” – e o Mundo só tem a ganhar com o êxito da política “America First”.

 Evoque-se aqui que, em 2018, o então Secretário de Estado em exercício de funções, John Sullivan, apoiou o plano de Marrocos para o Saara Ocidental – e, no ano transato, o Secretário Mike Pompeo deslocou-se várias vezes a Marrocos para reafirmar o empenho dos EUA em estreitar laços com este Reino e com o continente africano.

Na passada semana, mais um passo foi dado: os EUA e o Reino de Marrocos celebraram o Acordo de Imunidades Diplomáticas Reforçadas (“Enhanced Immunities Agreement”), o que representa um marco histórico – é o primeiro Acordo deste teor celebrado pelos EUA com uma nação africana.

Este Acordo histórico é a antecâmara de um outro que se seguirá: o tão esperado Acordo de Shalom entre Israel e Marrocos. Está por meses – pensamos que será uma das primeiras conquistas (senão a primeira) do segundo mandato do Presidente Trump.

A reeleição do Presidente Trump significará, portanto, um mundo mais seguro, com mais paz – e, atendendo aos resultados fantásticos da economia norte-americana sob a liderança do Presidente Trump, mesmo em tempos de pandemia, mais próspero.

Os EUA só avançarão com o reforço das relações com o Reino de Marrocos, se o Reino de Marrocos, primeiro, reconhecer e estabelecer Acordo de Shalom com Israel. Haverá melhor amigo de Israel e da Paz do que o Presidente Trump? Os factos demonstram que não!

Uma nota derradeira para elogiar a forma brilhante como o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, joga no xadrez político internacional – sempre com inteligência e destreza.

Israel é cada vez mais forte.

 Israel é cada vez mais um Estado com inegável influência internacional, que já não apenas reconhecimento planetário.

É uma alegria ver o desejo, quase ansiedade positiva, que o líder político dos EAU tem para visitar Israel.

Sem esquecer o fantástico trabalho de Yossi Cohen, o líder da intelligence israelita (a tão famosa Mossad, que parece suscitar tanto medo em Portugal, mesmo entre as pessoas mais imprevisíveis…).

Os Acordos de Paz não ignoram, nem negligenciam, o aspeto fundamental da segurança e da luta contra o terrorismo, que deve ser uma prioridade de todos. Sem exceção.

A Mossad, sob a liderança de Yossi Cohen, é essencialmente uma agência de paz, de Shalom. Yossi Cohen, na sombra e sem ser político, é outro dos grandes estadistas do nosso tempo. Tem muito futuro – será o que quiser…