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PSD. Miguel Albuquerque, José Manuel Bolieiro e Isabel Meirelles candidatos a vice-presidentes da Mesa do Congresso

Isabel Meirelles, que foi passou o cargo de vice-presidente do PSD para Ana Paula Martins, bastonária da Ordem dos Farmacêuticos desde 2016, seguirá para a Mesa do Congresso. Um outro vice-presidente, Nuno Moraes Sarmento, também deixará a direção executiva do partido, transitando para o Conselho de Jurisdição.


Os presidentes dos Governos Regionais da Madeira e dos Açores, Miguel Albuquerque e José Manuel Bolieiro, e Isabel Meirelles serão candidatos a vice-presidentes da Mesa do Congresso na lista da direção.

Segundo uma fonte oficial da direção social-democrata, citada pela agência Lusa, "a ideia é ter uma lista forte, institucional e de qualidade, que contribua para a unidade do partido".

Isabel Meirelles, que foi passou o cargo de vice-presidente do PSD para Ana Paula Martins, bastonária da Ordem dos Farmacêuticos desde 2016, seguirá para a Mesa do Congresso. Um outro vice-presidente, Nuno Moraes Sarmento, também deixará a direção executiva do partido, transitando para o Conselho de Jurisdição.

O líder do PSD, Rui Rio, já tinha anunciado que Paulo Mota Pinto, com quem o Nascer do Sol esteve à conversa, voltaria a ser o seu candidato a presidente da Mesa do Congresso, cargo que ocupa desde 2018.

Já o deputado e antigo líder da JSD Pedro Rodrigues anunciou, na sexta-feira, a sua candidatura a presidente da Mesa do Congresso, numa lista alternativa à da direção. Hoje o líder da distrital de Faro do PSD, Cristóvão Norte, avançou que seria candidato a vice-presidente da Mesa do Congresso de Pedro Rodrigues. Note-se que ambos apoiaram Paulo Rangel nas eleições internas, no entanto os dois já estiveram no passado ao lado de Rui Rio. 

Ainda não é conhecida a restante composição da lista alternativa à da direção, que poderá capitalizar o descontentamento da oposição interna com a forma como Mota Pinto presidiu às reuniões do Conselho Nacional, que gerou várias controvérsias ao longo dos últimos quatro anos.

Habitualmente, existe apenas uma lista à mesa do Congresso, afeta à direção. Neste caso, as duas listas terão de ser votadas em alternativa, numa votação secreta no domingo de manhã, com os restantes órgãos nacionais.

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