Internacional

China. Uma sociedade "moderadamente próspera" pretende contribuir para um mundo melhor

Governo chinês publicou um Livro Branco intitulado "A Prosperidade Abrangente da China", que analisa a prática daquele país na construção da tal sociedade “moderadamente próspera”,


A 1 de hulho deste ano, a China anunciou ao mundo que tinha conseguido construir “uma sociedade moderadamente próspera”, realizando um sonho milenar do povo chinês.

Muitos, na comunidade internacional, perguntaram que tipo de sociedade é essa.

Para responder às muitas questões suscitadas, o governo chinês publicou um Livro Branco intitulado "A Prosperidade Abrangente da China", que analisa a prática daquele país na construção da tal sociedade “moderadamente próspera”, partilha a sua experiência de modernização e responde às preocupações gerais da comunidade internacional.

De acordo com o “Livro Branco”, para alcançar uma sociedade moderadamente próspera, a ênfase está na "abrangência". Este "bem-estar abrangente" refere-se a diversas áreas, incluindo o desenvolvimento económico sustentado e saudável, a expansão da democracia popular, um desenvolvimento cultural mais próspero, uma melhoria significativa do bem-estar das pessoas e mudanças históricas no ambiente ecológico; refere-se também a uma gama abrangente de pessoas, de modo que toda a população possa partilhar os benefícios da sociedade. Também se refere à cobertura abrangente da população, para que todas as pessoas possam partilhar os benefícios; e para que as áreas urbanas e rurais possam desenvolver-se em conjunto.

Isto pretende mostrar que a China é, de uma forma geral, um país rico em todas as suas dimensões. O desenvolvimento económico é a base disto, e a melhoria da subsistência das pessoas é a prova mais visível. Dados do Livro Branco mostram que em 1978, o rendimento anual disponível per capita da população chinesa era de apenas 171 yuan (24 euros); em 2020, este número terá atingido 32.189 yuan (mais de 4500 euros). Em particular, a solução histórica da China para a pobreza absoluta tornou-se o indicador mais icónico de uma sociedade moderadamente próspera. Além disso, a China construiu o maior sistema de segurança social do mundo, com mais de 1,3 mil milhões de pessoas cobertas por um seguro médico básico.

Vale também a pena mencionar que no processo de construção de uma sociedade moderadamente próspera, a China tornou-se o país com o maior aumento de recursos florestais e a maior área de florestas plantadas do mundo, tornando possível ao povo chinês desfrutar de um melhor ambiente ecológico. Saliente-se que 89,5% do povo chinês se mostrou satisfeito com a qualidade do ambiente ecológico em 2020.

Sendo o país mais populoso do mundo e o maior país em desenvolvimento, a construção de uma sociedade moderadamente próspera é, por si só, um grande contributo para a paz e o desenvolvimento mundiais. Por exemplo, a solução da China para o problema da pobreza absoluta não só reduziu significativamente a dimensão da população pobre mundial, como também injectou confiança e força na causa da redução da pobreza global.

A China tem sido o maior contribuinte mundial para o crescimento económico durante 15 anos consecutivos (desde 2006), com uma contribuição média de mais de 30 por cento para o crescimento económico mundial. Com a pandemia, a importância da economia da China para o mundo tornou-se ainda mais pronunciada. A economia da China cresceu 12,7% no primeiro semestre deste ano, puxando a economia global e a recuperação do comércio. Estima-se que nos próximos cinco anos, a China importará mais de 10 mil milhões de dólares em bens de outros países e regiões do mundo e investirá mais de 550 mil milhões de dólares directamente em outros países e regiões do mundo.

Uma China que acelera a construção de um novo padrão de desenvolvimento irá proporcionar um mercado mais vasto e mais espaço para o desenvolvimento de todos os países do mundo – ou seja, para um mundo melhor.

 

 

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