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Afonso de Melo


  • Sporting – Benfica. Crime e castigo deserção, dissidência e traição

    O inimitável Nelson Rodrigues, rei da crónica brasileira, chamou ao Flamengo-Fluminense os Irmãos Karamasov do futebol brasileiro. Este domingo, em Alvalade, joga-se o mais dostoievskiano confronto do futebol nacional. E a rivalidade começou com uma zanga de irmãos.

    Sporting – Benfica. Crime e castigo deserção, dissidência e traição

  • O Demónio das Pistas

    Armando Bó inventou a nudez feminina frontal no cinema argentino mas não resistiu a fazer o papel de Fangio antes deste ser Fangio.

    O Demónio das Pistas

  • Essa magia única de um boi a olhar para um palácio

    Ficava na Rua do Ouro (pois claro!) e era a mais fascinante montra que existia em Lisboa para garotos da minha idade. Para lá da vidraça da Biaggio Flora, entre miniaturas de automóveis da Corgi Toys, da Dinky Toys ou da Solido, ziguezagueavam os comboios eléctricos da Märklín.

    Essa magia única de um boi a olhar para um palácio

  • O nobre silêncio de Villa Triste

    Sete vezes vencedor do Giro, Gino Bartali foi preso por transportar papéis que valeram a sobrevivência de dezenas de judeus


  • Benfica. A prova dos nove

    Este sábado, pelas 18h00, em Portimão, o Benfica precisa de vencer para manter a distância sobre um FC Porto que recebe o Casa Pia.

    Benfica. A prova dos nove

  • Se um ladrão incomoda muita gente…

    Pelo Iraque em busca das raízes da lenda do Ladrão de Bagdade e de Ali Babá e os 40 Ladrões. Afinal fazem com que o país fique mergulhado numa sombra que (já) não merece. Tudo por causa da imaginação fértil dos homens da literatura. 

    Se um ladrão incomoda muita gente…

  • Bó, Borocotó e um tiro no coração

    Adbón Porte, El Índio, abandonou os festejos da vitória, regressou ao campo e, no meio do relvado, disparou uma bala no peito.

    Bó, Borocotó e um tiro no coração

  • Braga. E a festa murchou…

    Amanhã há Benfica-Braga na Luz (20h30). Foi precisamente contra o Benfica que o Braga se estreou na I Divisão em 1947, goleado por 1-6.

    Braga. E a festa murchou…

  • Não tinha com quem chorar

    Talvez Shevchenko tenha sido o melhor jogador da Ucrânia (com licença de Blokhin): mas é certo que Shevchenko foi o maior poeta da Ucrânia

    Não tinha com quem chorar

  • Bagdade. O que Deus deu e o homem tirou…

    Uma cidade melancólica que não esquece as feridas e as cicatrizes das guerras que a destruíram. O desejo de voltar a ser uma das princesas do Médio Oriente mas, ao mesmo tempo, uma sensação desorganizada de que ninguém sabe ao certo o caminho a seguir.

    Bagdade. O que Deus deu e o homem tirou…

  • Ur e Babel da Cidade da Torre à escuridão da noite

    Desventuras de um jornalista percorrendo um Iraque destruído em busca dos lugares e das lendas que chegam a ser de 5700 anos antes de Cristo e falam do tempo em que a língua, que era só uma, se desfez em centenas de outras línguas que não se entendem umas às outras.

    Ur e Babel da Cidade da Torre à escuridão da noite

  • A desgraça de Comeuñas

    Borocotó fez questão de criar uma personagem infeliz – ofereceu-lhe uma deficiência cardíaca que o afastou do futebol

    A desgraça de Comeuñas

  • Benfica. O alegre suicídio…

    Há um mês os encarnados viviam no centro de todos os elogios. De repente colapsaram e até já se aposta que perderão o campeonato.

    Benfica. O alegre suicídio…

  • Babilónia. Preciso de bater com urgência à porta nº 8!

    Durante dias percorri as estradas, apenas caminhos de um Iraque que quer voltar à vida mas está ainda demasiado destruído para se lhe poder chamar um país. Bagdade alinda-se aos poucos; Ur não passa de um monobloco no deserto; só Ishtar, a oitava porta da Babilónia ainda nos faz recordar as cores perdidas.

    Babilónia. Preciso de bater com urgência à porta nº 8!

  • A saga dos Anjos de Caras Sujas

    Maschio, Angelillo e Sivori foram caçados pelos clubes italianos depois da vitória na Copa América de 1957 – eram os Carasucias.

    A saga dos Anjos de Caras Sujas

  • Inter ‘campioni vergogna!’

    Só já depois de se conhecerem os finalistas é que a UEFA marcou a decisão da Taça dos Campeões de 1965 para San Siro. O Inter bateu o Benfica (1-0), mas a Europa não perdoou a desonestidade.

    Inter ‘campioni vergogna!’

  • Um homem e o seu pulmão

    Era sempre o homem da última palavra – mesmo que esta lhe saísse do único pulmão que tinha, como um sopro

    Um homem e o seu pulmão

  • Benfica. Inimigo às portas

    Este domingo, o FC Porto precisa de palmilhar 300 kms para cumprir as palavras incendiárias do seu presidente e visitar o inimigo, no Estádio da Luz, pelas 18h, um jogo que pode matar o campeonato.

    Benfica. Inimigo às portas

  • O pequenino Adolfo engoliu o Peru

    Se o resultado do Peru frente à Finlândia provocara escândalo – os europeus receavam, sobretudo, o Uruguai e a Argentina, que não se tinham feito representar – o adversário que lhe cabia defrontar a ser era, só pelo nome, capaz de apavorar um manada de rinocerontes, meia dúzia de crocodilos e uma boa centena de…

    O pequenino Adolfo engoliu o Peru