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Manuel dos Santos


  • Coligações negativas, negócios de milhões, mas ‘crise’ ultrapassada

    Pouco importa que o custo da aprovação deste primeiro orçamento para 2021, viabilizada pela ‘generosidade’ dos 10 deputados do PCP e de mais uma meia dúzia de voluntários, tenha custado uma ‘pipa de massa’ (fala-se em mais de 1000 milhões de euros) e, sobretudo, tenha contribuído para que a política orçamental, que já era uma…

    Coligações negativas, negócios de milhões, mas ‘crise’ ultrapassada

  • Isto não pode ser o ‘Perdoa-me’ da televisão

     É óbvio que a crise pandémica contribuiu para esta verdadeira ‘tempestade perfeita’, mas será um erro grave insistir na ideia de que, sem a pandemia, tudo seria substancialmente diferente e estaríamos a caminho do melhor dos mundos. Não estaríamos.

    Isto não pode ser o ‘Perdoa-me’ da televisão

  • Ainda não chegámos, mas estamos quase lá

    E se é certo que a crise pandémica criou condições para o agravamento da situação, a verdade é que tudo isto tem origem numa opção político-partidária de governação (a ‘geringonça’) assumida como veículo para a conquista e consolidação de um poder meramente pessoal, sem curar, sem reconhecer e sem respeitar os diversos interesses da comunidade.

    Ainda não chegámos, mas estamos quase lá

  • Por este Rio acima?

    Durante demasiado tempo, o Governo, com a cumplicidade do sr. Presidente da República e a passividade do principal partido da oposição, ficou refém das exigências e dos caprichos irresponsáveis de um partido minoritário, (o BE), cujo mérito principal é só a forma como penetra, se mantém e é tolerado pela generalidade dos órgãos da comunicação…

    Por este Rio acima?

  • Foi bonita a festa, pá, fiquei contente

    Há um razoável consenso entre a elite portuguesa e a generalidade da população mais informada e consciente, acerca da gravidade da situação sanitária, económica e social do país. Também se reconhece que, como consequência das decisões históricas e inovadoras da União Europeia, Portugal viu abrir-se uma excelente janela para a recuperação da economia que, no…

    Foi bonita a festa, pá, fiquei contente

  • 2021 – O primeiro ano do resto das nossas vidas?

    Em 2020, iremos perder, segundo as melhores previsões (excluindo as oficiais do Governo porque essas são mera propaganda) cerca de 10% da riqueza que nos últimos anos nos habituámos a produzir e por causa disso o desemprego verdadeiro, e não o meramente estatístico, atingirá patamares elevados e perigosos para a estabilidade social porque atingirá mais…

    2021 – O primeiro ano do resto das nossas vidas?

  • A chantagem é a arma usada pelos fracos

    Portugal, por culpas próprias e maleitas alheias, está hoje colocado perante um desafio de dimensão semelhante. É certo que não há, felizmente, tanto quanto a vista alcança, um risco de perda de liberdade, mas há indubitavelmente um perigo de perder boa parte do conquistado, remetendo a nossa economia e, consequentemente a nossa sociedade, para níveis…

    A chantagem é a arma usada pelos fracos

  • Culpar, culpar sempre (os outros) mesmo perante a evidência?

    Temos uma história que resistirá a uma tempestade e vamos ter acesso a fundos  que, se forem aproveitados com eficácia e justiça, permitirão a rápida recuperação económica

    Culpar, culpar sempre (os outros) mesmo perante a evidência?

  • O poder numa democracia é transitório, limitado e vigiado

    A Festa do Avante! vai realizar-se. Compreende-se a posição do PCP, mas não é compreensível a posição do Governo e do PR que se refugiam em normas legais e diretivas da DGS, para autorizarem o evento

    O poder numa democracia é transitório, limitado e vigiado

  • Aceitamos continuar a empobrecer como economia?

    Se os responsáveis políticos não mudarem de rumo e de opções, Portugal corre o risco de se tornar no mais pobre dos membros da União Europeia. Isso será imperdoável.

    Aceitamos continuar a empobrecer como economia?

  • Se eu só for por mim, que sou eu?

    Esta foi mais uma semana decisiva para o futuro da União Europeia, mas ainda não é (não foi), seguramente, a semana da verdade do projeto europeu.

    Se eu só for por mim, que sou eu?

  • Ignorar erros e procurar bodes expiatórios é cobardia

    Portugal vive uma grave crise sanitária, que está longe do fim, e uma crise sócio- –económica, em boa parte resultante da anterior, mas muito agravada pelas deficientes condições estruturais da economia portuguesa, que os últimos governos não quiseram ou não foram capazes de eliminar.

    Ignorar erros e procurar bodes expiatórios é cobardia

  • Vamos contar mentiras e alimentar ilusões?

    A saga Mário Centeno constitue uma verdadeira farsa, representada por três personagens principais: o próprio, o primeiro-ministro e o Presidente da República.

    Vamos contar mentiras e alimentar ilusões?

  • Outsourcing! Onde começa a eficácia e acaba o escrutínio?

    Estaremos no limiar de encontrar uma resposta positiva e criativa para a concretização do sonho europeu do filósofo Steiner?

    Outsourcing! Onde começa a eficácia e acaba o escrutínio?

  • A grande farra à portuguesa

    No já longo caminho da democracia, não me recorda de nenhum episódio financeiro tão irracional e tão injustificado como este.

    A grande farra à portuguesa

  • Unanimismo, a doença infantil do autoritarismo!

    A incerteza sobre as opções para a recuperação da economia, a complexidade política e institucional para gerar soluções rápidas e eficazes e a dificuldade de manter a coesão europeia, adicionam-se, em Portugal, às consequências negativas diretas da pandemia sanitária.

    Unanimismo, a doença infantil do autoritarismo!

  • Austeridade, sim ou não? Eis a questão!

    A situação de crise económica que o nosso país vai encontrar, como consequência da crise sanitária que atravessamos, não é, obviamente, compatível com políticas orçamentais restritivas.

    Austeridade, sim ou não? Eis a questão!

  • Para a União Europeia este é um tempo do Tudo ou do Nada

    A União Europeia está confrontada com a prova mais difícil para a sua sobrevivência após 63 anos de relativa felicidade.

    Para a União Europeia este é um tempo do Tudo ou do Nada

  • Orpheu ou Europa! A opção que temos de fazer

    Nos tempos que vamos vivendo é difícil, se não impossível, fugir ao assunto de momento: a crise pandémica, provocada pelo covid-19, que está a assolar e assustar quase toda a humanidade.

    Orpheu ou Europa! A opção que temos de fazer