Começou a trabalhar aos 17 anos, na Lisnave, tendo chegado a presidente da Confederação Empresarial de Portugal. Hoje está à frente da Cruz Vermelha e segue a máxima de Clint Eastwood: ‘Todas as manhãs quando me levanto luto contra o velho que se quer instalar em mim’. Entrevista Imprevista a António Saraiva.
Atualmente, quem se reforma antecipadamente não pode trabalhar na mesma empresa durante três anos; proposta defendida pela CIP quer flexibilizar regras
“Apesar de o consumo privado estar a sustentar o crescimento, é importante apontar a fragilidade de um modelo que assenta essencialmente neste fator, sobretudo quando este resulta de aumentos pontuais do rendimento disponível”, afirma.
Presidente da CIP lamenta que estejamos perante um novo cenário de eleições que deixa o país paralisado em temas fraturantes, como a imigração. Também a AEP diz que ‘a necessidade de recorrer a eleições ‘não é benéfico e não é uma decisão que deva ser tomada com leviandade’.
Armindo Monteiro, presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP), diz que se a carga fiscal não fosse tão elevada, os salários poderiam aumentar mais e que as subidas têm servido para aumentar a receita tributária. E dá cartão vermelho aos partidos: ‘Quando servimos interesses eleitorais não estamos a servir interesses do país’.
Quando toca a burocracia, nem com duas leis iguais o Estado arrepia caminho.
Numa conversa sobre a origem e criação do Conselho das Finanças Públicas, Eduardo Catroga faz uma análise das propostas económicas para o OE, elogia a CIP e recorda como Sócrates tentou abafar Cavaco.
De saída da CIP após 19 anos, 13 dos quais como presidente, lembra que viveu crises atrás de crises e conviveu com sucessivos governos. Admite que o período da covid foi o que mais o angustiou e defende que Portugal tem de ‘definir um desígnio’.
Confederação Empresarial de Portugal (CIP) reage ao relatório do Tribunal de Contas e diz que conclusões são “graves e preocupantes” mas não surpreendem.
“As empresas estão claramente a sacrificar margens para segurar clientes e mercado”, defende vice-presidente da CIP.
Presidente da CIP defende, no próximo ato eleitoral, um acordo entre os dois partidos mais votados nas urnas.
As confederações patronais anunciaram ainda que vão pedir uma audiência ao Presidente da República. “Governo demonstrou uma desonestidade negocial, um total desrespeito pela Concertação Social, demonstrou uma total falta de respeito por cada um dos parceiros sociais”, afirmou o presidente da CIP, António Saraiva.
O presidente da CIPquestiona o aumento do número de funcionários públicos em determinadas áreas quando as empresas são obrigadas a fazer reestruturações. António Saraiva elogia a redução da taxa de desemprego e admite que está aquém das expectativas que tinha e lamenta que PRR não seja usado para ajudar as empresas que foram agora confrontadas…
Medidas foram propostas ao Governo e têm como objetivo não destruir empresas “como está a acontecer com as medidas atualmente em vigor”.
Repto foi lançado pela primeira vez há cinco anos.
Confederação Empresarial de Portugal diz ainda que “o teletrabalho foi improviso” na maior parte das empresas.
Digitalização deve começar pela saúde e licenciamento, diz Fórum para a Competitividade. CIP fala em “escassa prioridade conferida à recapitalização das empresas”.