Com 23 mandatos, fica a um deputado da maioria absoluta.
Número fica abaixo do registado nas regionais de 2019 à mesma hora.
“Neste momento, os indicadores são positivos”, disse o cabeça de lista da coligação PSD/CDS-PP.
As corridas às estruturas locais dos dois maiores partidos estão ao rubro, porque são os novos dirigentes que terão uma voz ativa na escolha dos candidatos às autárquicas de 2025. E as inelegibilidades ajudam à ‘festa’.
O monarca e chefe de Estado espanhol tomou a decisão depois de uma ronda de audiências, na segunda-feira e na terça-feira, com os partidos que conseguiram representação parlamentar.
É o tema da rentrée e promete dominar a agenda política na reabertura do Parlamento e no debate orçamental: a reforma fiscal ou baixa dos impostos. Medina já admitiu, os partidops da oposição já avançam com propostas e até o PR já disse que à margem para aliviar os contribuintes. Afinal, há eleições em 2024.
A Rússia fará, no dia 10 de setembro, eleições legislativas, regionais e municipais e que abrangem as regiões de Donetsk, Lugansk, Kherson e Zaporijia.
Em fevereiro, antes das acusações terem sido oficializadas, o ex-Presidente liderava com uma margem muito inferior: 41% contra 39% de Ron DeSantis.
Sánchez respondeu a uma carta do líder do PP, Alberto Núñez Feijóo, que foi o vencedor das eleições legislativas espanholas sem maioria absoluta e que tem defendido que o partido mais votado é que deve governar.
Na noite de domingo todos sabiam que não bastava ganhar ou perder. Derrotado nas urnas, Sánchez discursou como um vencedor e prometeu encontrar ‘a fórmula de governabilidade’.
José Luís Feijóo, líder do PP, tem um caminho muito estreito para conseguir chegar à chefia do Governo.
O partido de direita ganhou as eleições legislativas de domingo, contudo, sem conseguir uma maioria absoluta sozinho ou com o partido de extrema-direita VOX, com quem governa coligado em três regiões autónomas de Espanha.
O PSOE (partido socialista) ficou em segundo lugar com 122 deputados. O VOX ocupou o terceiro lugar, com 33 lugares no Parlamento, menos 19 do que em 2019 e o Sumar em quarto com 31.
Números agora apurados não incluem a votação por correio.
Dados são do Ministério do Interior espanhol, que se baseiam na participação comunicada por cerca de 80% das mesas de voto, que abrangem 82% dos eleitores.
“A partir das 23 horas, quando se começar a clarificar o resultado, Espanha pode começar uma nova época”, afirmou Alberto Núñez Feijóo, que já votou, em Madrid.
Com cerca de 20% dos eleitores ainda indecisos, Feijóo fala num ‘objetivo difícil, mas não impossível’. Mas fragmentação do sistema partidário espanhol torna um regresso às maiorias absolutas muito improvável.