Aguiar-Branco e Montenegro visitaram Marcelo no Hospital de São João e garantem que o chefe de Estado está bem-disposto.
Deputado do Chega alega ter sido ameaçado pelo líder da bancada do PSD.
Presidente da AR considera que pode ter havido violação dos deveres parlamentares, até porque o deputado do Chega exercia funções na Mesa no momento.
Aguiar-Branco referiu que se trata de um “equívoco” de André Ventura, porque “o presidente da Assembleia da República ainda não tomou qualquer decisão sobre a admissibilidade do diploma do Chega, que se encontra ainda em fase de apreciação“
Social-democrata recusou fazer já qualquer balanço das presidências de Marcelo Rebelo de Sousa.
Recusa é justificada pela dissolução do Parlamento.
Parlamento é dissolvido na quinta-feira.
Presidente da AR admite que “seguramente foram cometidos erros”, mas sublinha que tem a consciência “tranquila” quanto à ”seriedade” do seu trabalho no cargo.
Considera que insultos não cabem no debate parlamentar, mas diz que é preciso muito cuidado a mexer no código de conduta, porque os deputados são todos iguais e foram escolhidos pelo povo para o representar.
Em causa está o alegado gesto nazi de Miguel Arruda no Parlamento.
PCP e Associação 25 de Abril recusam participar na sessão na AR.
Momento e local são as principais críticas de Aguiar-Branco à PGR.
Aguiar-Branco, o presidente da AR, esteve exemplarmente bem na proteção do direito à alarvidade
O ambiente na Assembleia da República está agreste, mas noutros tempos houve outras tempestades. Antigos deputados garantem que o que mudou foi a educação. Será?
Objetivo será abordar “o assunto do âmbito e dos limites da liberdade de expressão dos senhores deputados e a sua eventual compatibilização com a fixação de linhas vermelhas”.
O Presidente da Assembleia da República permitiu, esta sexta-feira, que André Ventura, líder do Chega, fizesse declarações, consideradas por outros partidos, como racistas e xenófobas.
“Qualquer um de nós não quer acreditar que haja uma conduta premeditada para à esquerda ou à direita provocar um determinado facto político por via de uma investigação criminal”, afirmou.
Na sua intervenção, o Presidente da Assembleia da República relembrou e mencionou aqueles que morreram no dia da revolução dos cravos.