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Opinião. Rei Emérito volta dentro de semanas para denunciar a morte de 193 pessoas às mãos da esquerda (e acabar com o Governo de incompetentes)

Como nós avançámos há duas semanas,o Rei Emérito Juan Carlos encontra-se nos Emirados Árabes Unidos (não, não está, nem nunca esteve em Cascais ou em Azeitão). Esta nossa informação foi confirmada ontem pela Casa Real espanhola; mas as novidades relevantes não ficam por aqui.

Nós afirmámos então que a questão da localização do Rei Emérito não é uma mera bizarria fofoqueira, com laivos mais ou menos voyeuristas, para animar os corações sensíveis veraneantes – não! Esta é uma questão que encerra aqui detalhes não despiciendos de geopolítica e de segurança internacional.

Primeiro: por que razão o Rei Emérito escolheu o Dubai?

Essencialmente, por razões de privacidade e segurança. Há relações muito salutares entre os serviços de intelligence dos Emirados e os serviços de segurança pessoal do Rei Emérito, o que não pode ser dissociado do Acordo Histórico de Paz celebrado entre Israel e os Emirados Árabes Unidos (EAU). Há uma viragem em termos de opções fundamentais de geopolítica a operar nos EAU, sob a liderança do Xeque Muhammed Bin Zayed.

Este fator, em conjugação com as leis altamente protetivas da privacidade e da reserva da vida privada mesmo contra a liberdade de imprensa e de atuação dos paparazzi no mencionado país do Golfo Pérsico, pesaram decisivamente na opção do Rei Emérito espanhol e da sua equipa de segurança pessoal.

Segundo: será que o Rei Emérito quis fugir do povo espanhol, como foi veiculado pela imprensa? Nada de mais errado: pelo contrário, o Rei Emérito Juan Carlos saiu de Espanha para salvaguardar o Reino de Espanha e o interesse superior das suas gentes.

O Rei Emérito quis distanciar-se, isso sim, dos criminosos do Podemos e dos seus aliados no PSOE que estão conjunturalmente no poder. Pablo Iglésias é a maior ameaça à segurança nacional espanhola, pelo menos, desde a implementação do sistema democrático em terra de “nuestros hermanos”. 

E não, não esquecemos a ETA: Pablo Iglésias é a legitimação político-institucional da ETA e de outras associações terroristas e criminosas. Os aliados e amigos de Pablito têm ligações (ou já tiveram à ETA), ao tráfico de droga dos cartéis mais perigosos da América Latina e aos terroristas do Hamas, do Hezbollah e dos Ayatollahs iranianos.

Pablito é uma toupeira ao serviço dos interesses mais obscuros, mais criminosos, mais violentos, mais terroristas à face da terra. Pablo Iglésias conseguiu eleger ex-membros da ETA para as Cortes Gerais de Espanha e já infiltrou gente da sua confiança nos serviços secretos espanhóis (SNI), que protegem traficantes de droga com ligações a Maduro.

Assim, o Rei Emérito saiu de Espanha para ter distanciamento de qualquer estrutura de poder controlada pelo Podemos (e por este PSOE radical, sem valores e vendido à extrema-esquerda) e poder preparar a sua contraresposta, em benefício da defesa da integridade do Reino de Espanha e o interesse público. Para restabelecer a dignidade institucional.

O Rei Emérito Juan Carlos – um estadista de nível superior, um estratega nato e uma pessoa superiormente inteligente – sabe que prolongar a dupla Podemos/PSOE, de Pablito Iglesias e Pedrito Sánchez, será fatal para Espanha.

 As consequências de ter um criminoso no poder são de tal maneira graves que poderão ser irreversíveis.

 Exige-se ação rápida para denunciar os crimes – e a associação criminosa – praticados por Pablito e seus muchachos. Não, não, o Rei Emérito Juan Carlos não tem medo: tem antes coragem em triplo para denunciar o Podemos de Pablito. Pablito cairá num ratito.

Assim, o Rei Emérito e sua equipa têm coligido material altamente comprometedor contra Pablito, Pedrito Sánchez e o seu padre político, José Luiz Zapatero. Zapatero, como se sabe, é um dos testas de ferro de Nicolás Maduro na Europa e suspeita-se que estará a soldo também dos Ayatollahs iranianos.

Terceiro: quando voltará o Rei Emérito Juan Carlos a Espanha? Voltará no final de Agosto ou início de Setembro, sendo sua intenção participar na Regata Real, que se realizará – cremos – em Valência.

E quando voltar, revelará informação –reiteramos – que denunciará o Podemos, mas não só. O PSOE que se acautele. Este PSOE feito à imagem e semelhança da figura sórdida que é Zapatero colapsará.

De entre as informações que Rei Emérito trará, constará revelações chocantes sobre o que verdadeiramente aconteceu no dia 11 de Março de 2004 em Madrid. Referimo-nos ao atentado que vitimou 193 pessoas, três dias antes das eleições parlamentares, e que foi, na altura, enquadrado na série de ataques jihadistas ao mundo ocidental.

Ora, este ataque não foi perpetrado pela Al-Qaeda, nem por qualquer jihadista: o ataque de Madrid, ocorrido em 11 de Março de 2004, foi perpetrado por um grupo terrorista interno espanhol, com o conhecimento, apoio (senão a mando) do PSOE de José Luis Zapatero.

 A morte de 193 pessoas foi o preço que o PSOE – e seus apoiantes no SNI e na comunicação social, com destaque para a jornalista Ana Pastor – se dispôs a pagar para destronar José Maria Aznar, então Primeiro-Ministro de Espanha.

Todas as provas mostram que não há qualquer ligação a um grupo jihadista, nem a história que foi vendida por Ana Pastor (depois repetida à exaustão) faria qualquer sentido. Não bate certo com os elementos de prova para qualquer pessoa razoável.

Aliás, a Mossad foi a primeira a comunicar aos serviços secretos espanhóis – informação posteriormente comunicada ao Rei e ao Primeiro-Ministro – que o atentado não teve qualquer intervenção  jihadista. Com factos, com evidências.

 Por isso, o Primeiro-Ministro Aznar iniciou então uma investigação a grupos terroristas bascos e suas conexões. Recordemos que o Governo espanhol foi então alvo de uma operação de contrainformação, de descredibilização, de gozo, de paródia, tudo com um objetivo – criar a ficção de que o Governo mentira ao povo espanhol, ocultando a verdadeira origem e autoria do atentado de Madrid.

As toupeiras no SNI ao serviço do PSOE e de Zapatero trataram de montar um cenário que desse suporte à narrativa criada na comunicação social ligada à esquerda. Com a suprema sofisticação de ligarem o atentado ao apoio de Aznar à intervenção no Iraque.

Tal não foi feito por jihadistas: foram ativistas e toupeiras de extrema-esquerda que se infiltraram nas estruturas do Estado (primeiro) para manipular, condicionar o resultado das eleições democráticas depois.

Primeiro, infiltraram-se nas estruturas não democráticas do Estado para escolherem quem iria ocupar as estruturas democráticas…Mataram-se 193 pessoas, ilibou-se e protegeu-se os verdadeiros assassinos, para se ganhar uma eleição. Não é por acaso que depois Zapatero se tornou o amigo privilegiado de Hugo Chávez e do regime narcotraficante da Venezuela (as toupeiras que encenaram o atentado jihadista passaram depois a proteger os testes de ferro da Venezuela…).

Por outro lado, o PSOE de Zapatero contou com a colaboração dos serviços secretos marroquinos de então, que tinham como imperativo a queda de José Maria Aznar. Isto porque Marrocos queria ter o controlo de uma ilha das Canárias, contra a Espanha – como o Governo espanhol de Aznar não permitiu e ameaçou com retaliações, os serviços marroquinos começaram a cooperar com Zapatero.

 Não por acaso, Zapatero deslocou-se – numa das suas primeiras viagens oficiais como Primeiro-Ministro – a Marrocos, encetando aí uma relação privilegiada. Marrocos colaborou com o SNI para defender o seu interesse nacional (não por acaso, já agora, Jorge Sampaio deslocou-se às Selvagens poucos meses depois para inaugurar uma caixa postal, se a memória não nos atraiçoa…).

Aqueles que dizem que a China comunista jamais mataria o seu povo para fazer derrubar um líder estrangeiro são tão ingénuos…Basta pensar no que sucedeu em 2004, em Madrid. Só um pequeno (grande) detalhe não foi encenação: foram assassinadas 193 pessoas para Zapatero e o PSOE vencerem as eleições.

Não imaginam do que esta esquerda criminosa – com a complacência de alguma direita dos interesses – é capaz…

O Rei Emérito Juan Carlos sabe isto tudo –e muito mais.

O Rei Emérito sabe os interesses que estão apoiando Zapatero e Pablo Iglésias.

O Rei Emérito sabe que Pedrito Sánchez é um mero boneco ao serviço de Zapatero.

O Rei Emérito sabe que Pablo Casado é um líder fraco, que está desejoso de concretizar o maior erro político de sempre do PP: formar Governo com o PSOE de Zapatero/Pedrito.

O Rei Emérito sabe que Espanha tem um criminoso como Pablito Iglesias que manda no Governo, está a infiltrar os seus amigos em lugares chaves da Administração Pública.

O Rei Emérito sabe que a Espanha não pode esperar mais.

O Rei Emérito sabe que o Acordo deste Governo espanhol de criminosos tem de acabar. A coligação PSOE /Podemos vai colapsar.

O Rei Emérito sabe que Pablito Iglésias só pode ter um destino: a prisão.

Pablito, te caerás en un ratito!

O Rei Emérito Juan Carlos é ainda o político mais talentoso, mais patriota e mais sério em Espanha. Aguardem por Setembro…