Prince morreu em abril do ano passado, mas desde 1984 que a vida ultrapassava os limites do corpo. “Purple Rain” foi o primeiro álbum gravado com a banda The Revolution e representa a demolição de todas as barreiras. A reedição reaviva a memória e adiciona o que ficou por revelar, sem se perder o mistério
A linha da vida dos Aerosmith tem sido uma montanha-russa de grandes êxitos, divergências, multidões e reabilitações. Dezoito anos depois da última visita, voltam a Portugal para “Aero-Vederci Baby!”, mas Steven Tyler ainda quer saber como é a longevidade dos Rolling Stones. Haverá vida para além da morte anunciada?
Vencedor de três Óscares de melhor ator, Daniel Day-Lewis vai retirar-se do cinema aos 60 anos sem explicar porquê e com o derradeiro Phantom Thread ainda por estrear em dezembro. Filho de um poeta e de uma atriz, construiu o património de intocabilidade a ser seletivo. Brilhou no cinema mas foi no teatro que aprendeu…
Vencedor de três Óscares de melhor ator, Daniel Day-Lewis vai retirar-se do cinema aos 60 anos sem explicar porquê. Filho de poeta e atriz, brilhou no cinema mas foi no teatro que aprendeu a representar. Em 1989 deixou os palcos. Agora, sai como passou parte do tempo. Em silêncio
Profeta, ativista, rapper e líder espiritual dos afro-americanos, ou galã e mafioso? “All Eyez On Me” olha para o lado negro da “thug life” e explora-o numa história com tiros, sexo, maços de notas e alguma poesia
Esteve para o rap dos anos 90 como Kurt Cobain para o rock. Ícone das ruas, viveu tudo entre a arte e a guerra em apenas 25 anos
O planeamento é essencial na hora de fazer escolhas. Os maiores festivais têm vários acontecimentos em simultâneo e é necessário optar. O i faz as suas apostas para um verão quente
A memória dos festivais não começa e acaba no palco. Dos bastidores, contam-se lendas, espalham-se mitos e, no final, ficam algumas histórias improváveis. O rock atrás das cortinas.
Nos 20 anos, o MEO Sudoeste recupera os Jamiroquai para contar a história às gerações nascentes. Na Ericeira, a aposta no hip-hop corresponde ao gosto dos mais novos.
O aumento exponencial do número de festivais e a facilidade de juntar nichos em rede fez com que se abrisse um lugar para a marginalidade e o desconhecido.
Na maior e mais arriscada edição em cinco anos de festival, a ousadia foi recompensada. À proposta de abrir novos horizontes musicais e apostar em vozes atuais de correntes diversas, a reação foi de entusiasmo. Cerca de 30% do público vem de fora e fica no Porto. Organização faz balanço positivo mas não quer crescer…
Neopop, Festival Forte e Lisb’On dão corpo à música de dança, oferecendo uma proposta fora dos eixos pop, atenta a micro-fenómenos.
A aldeia global é de todas as cores em Sines, Loulé e Amarante. Todos diferentes, todos unidos na missão de abrir horizontes. Na Praia de Carcavelos, a Jamaica é o destino e o reggae a Musa.
Sintoma da reconciliação entre o público e a produção nacional, os festivais de música portuguesa proliferam pelo país.
O mais antigo festival “alternativo” português chama ao Minho uma equipa mista de consagrados do hoje, novos valores para amanhã e música portuguesa atual.
O Super Bock Super Rock já conheceu diferentes formatos e geografias mas é, desde 1994, o mais estável dos festivais portugueses modernos. E o SOL foi saber das novidades para este ano.
Já estava a ser a melhor edição de sempre mas Aphex Twin veio no final para chegar à transcendência.
O rock não morreu, só passou a ter outros instrumentos além das guitarras. No Super Bock Super Rock a variedade de estilos corresponde a diferentes gerações.
Os bilhetes para o NOS Alive esgotaram com dois meses de antecedência