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Rui Patrício


  • Calma! O enriquecimento ilícito já é crime (parte I)

    Cá estamos, pois, outra vez a adorar o bezerrinho de ouro que nos vai salvar da corja.


  • A batalha do focinho

    O Dr. Batalha e tutti quanti talvez um dia também sofram da perplexidade da Senhora provedora de Justiça.


  • Ministério e Justiça

    É precisa muita gritaria (e escândalos, escândalos é que está a dar), para que tudo fique na mesma.


  • Maria Lamas, Invisibilidade e imigração

    Fosse hoje viva Maria Lamas, e ainda teria muito por onde cartografar trabalho invisível – tão duro quanto essencial.


  • Sai uma ‘operação’ com salada e arroz malandrinho sff 

    Queremos nós lá saber acerca da economia, da habitação, da saúde, da educação, da Europa, do Mundo, da segurança, da defesa, das liberdades, et cetera…


  • Políticos e Ministério Público: ‘É bem feito!’

    À justiça o que é da justiça no sentido da autonomia, isso sim, está muito bem, e cá me têm na primeira linha de defesa disso.


  • Os cinco sentidos também deveriam influence

    A hierarquia do Ministério Público não é uma questão de gosto. É uma questão de Constituição e de dicionário.


  • Pulgas, polarização e liberdade de expressão

    A liberdade de expressão é de geografia variável, sendo tanto maior quanto ‘melhores’ são as causas que lhe subjazem, à luz dos critérios de quem ajuíza…


  • Clima, juventude e perda de chance

    De bebés que são o centro do mundo passaram a jovens que, além de o continuarem a ser, sabem tudo sobre o mundo.


  • Sobre buscas, dou más notícias ao primeiro-ministro

    Não é com a mudança do regime das buscas que alguma coisa realmente mudará. Continuará, aqui, a ter inteira razão o famoso dito (em O Leopardo) sobre o que muda e o que, afinal, fica na mesma.

    Sobre buscas, dou más notícias ao primeiro-ministro

  • J.N.C.

    Até já estou a ver os primeiros dias de setembro, cheios de informação bem calibrada sobre os projetos dos partidos e recheados de debate tão suculento quanto o interior do peru natalício…

    J.N.C.

  • Operação Pingoas

    ‘Pingoas’ vem de pingos – pingos constantes e grossos de revelação ilegal e criminosa para fora do processo de elementos do mesmo. E quem os recebe de dentro do processo depois expande e propaga a revelação…

    Operação Pingoas

  • Ninguém quer casar com a carochinha / o ‘ticão’?

    O assédio da comunicação social e da opinião publicada sobre muitos dos processos que vão parar ao tribunal central de instrução criminal. Assédio do intenso, do que invade, constrange, enerva, deprime, destrói. Assédio difícil de suportar, difícil de gerir.

    Ninguém quer casar com a carochinha / o ‘ticão’?

  • Justiça, ódio e ignorância atrevida – I

    O que aconteceu recentemente a respeito do acórdão do TC dedicado ao tema da prescrição do crime de corrupção é um exemplo riquíssimo de tudo isto, em especial da ignorância, do atrevimento e do ódio/da raiva. Tomemos como exemplo, ilustrativo, o texto de um cronista profissional com um perfil entre o ‘engraçadinho’ e o ‘intelectual’. 

    Justiça, ódio e ignorância atrevida – I

  • O megaprocesso, o amor e o bode

    Deveria ter-me lembrado do bode, a verdadeira solução para os megaprocessos, assim pudesse cada um destes ter um daqueles; ou seja, a cada megaprocesso o seu bode

    O megaprocesso, o amor e o bode

  • A justiça e (o mito d’) a inteligência artificial – II

    Não desprezo a nova divindade, nem sofro de teimoso ateísmo, longe disso, apenas procuro cultivar a dúvida e o espírito crítico. E acho, usando uma metáfora alimentícia, que em matéria de justiça a inteligência artificial pode ser um útil (conquanto na dose q.b.) hidrato de carbono, mas não é proteína. 

    A justiça e (o mito d’) a inteligência artificial – II

  • A justiça e (o mito d’) a inteligência artificial – I

    Mas há coisas em que a IA, por muito ‘inteligente’ que seja e por muito que mimetize a inteligência humana, não dará grande ajuda, que são as que se prendem com o núcleo do juízo decisório, seja no domínio estrito do pensamento, seja no domínio emocional, sendo certo que este é fundamental para qualquer decisão,…

    A justiça e (o mito d’) a inteligência artificial – I

  • O tofu e o arroto

    Reinar, gozar, ironizar. Todo o humor tem uma pontinha de crueldade, mesmo que não chegue ao sarcasmo. E duas pitadas de sobranceria, junto com meia dúzia de categorias, de estruturas e de identidades. Se não for assim, não rimos.


  • Heidi, Marco e Abelha Maia

    O que importa é que, a ser verdade que não sou lá grande coisa, descobri – não há muito tempo, mas nunca é tarde – que haverá possíveis culpadas, a saber, Enid Blyton e Agatha Christie, autoras que cultivei e devorei na infância, na puberdade e na fase mais tenra da adolescência. Pois é, podem…

    Heidi, Marco e Abelha Maia