Avatar de Alexandre Faria

Alexandre Faria


  • Um Natal às antigas

    Esta dependência crescente nas realidades virtuais constitui o álibi perfeito para a descrença na democracia representativa, aproveitado por quem entende ser necessário fragilizar as estruturas sociais, trilhando um caminho bem claro nas suas motivações


  • Consciência coletiva

    Nestes tempos mais exigentes, precisamos de uma luz que nos guie antes do silenciar do livre pensamento.


  • Lobos em pele de cordeiro

    O individualismo é a imagem de marca pós-pandemia, porque o sentido de sobrevivência sobrepõe-se, um familiar de máscara amedronta-nos, os amigos ficam à distância e todos os que nos rodeiam tornam-se no outro, personificando o perigo e cavando divisões intransponíveis entre as pessoas. E quem não partilha a mesma opinião, passa a ser o inimigo.


  • A narrativa do medo

    O ser humano fica mais vulnerável quando se aproximam atos eleitorais decisivos para o seu futuro…


  • Neste país de impulsos

    Tem estado bem Cascais na sua resposta, privilegiando os seus e o arrendamento para jovens deste município. Está a decorrer um concurso para a atribuição de 45 habitações com rendas acessíveis..


  • Autarquias sob ameaça

    Na defesa do municipalismo, não se pode normalizar a narrativa da extrema-direita. É preciso desmenti-la, porque é falsa e perigosa…


  • O fim da democracia tradicional

    A única força política que não surpreende por essa omissão introspectiva é a extrema-direita, por estar na crista da onda, mais bem-adaptada aos ventos de feição por si gerados…


  • O apagão nas campanhas

    A melhor resposta à tirania passa por criar, agarrando as palavras como as únicas armas, e não consentir a globalização da indiferença perante o sofrimento dos outros.


  • O ónus da instabilidade

    As pessoas têm uma tendência para penalizar quem consideram ser os perturbadores da ordem institucional


  • Uma nova ordem sem instituições

    Trump é um calculista prepotente, a caminhar a passos largos para concretizar o sonho de Henry Kissinger de uma única superpotência, enquanto a sua horda manietada aplaude em êxtase as suas fanfarronices


  • A liberdade da mentira

    A liberdade de expressão não é liberdade de espalhar inverdades pelas redes sociais.


  • Quando o populismo não é encostado à parede

    As perceções erradas esclarecem-se, não devem ser alimentadas e o populismo é que deve ser encostado à parede.


  • Desilusões internacionais

    As incertezas no Médio Oriente, a guerra na Ucrânia, a França e a Alemanha enfrentando graves crises económicas e tensões sociais, proporcionam o crescimento do populismo.


  • As rimas da história

    Não existe uma revolta sem poesia nem sedição sem amor, porque a liberdade é o destino do ser humano e a sua permanente exclamação


  • É preciso uma aldeia inteira para educar uma criança

    A comunidade global fracassou, tendo ficado estagnada na era digital e acabamos por viver prejudicados por esta.


  • Há quem resista

    Nos países de expressão portuguesa e na sua rede multilateral, a Educação e a Cultura assentam na Lusofonia, sendo essa a sua base distintiva, imprescindível à sua evolução e à sua prosperidade


  • Portugal não está só

    Portugal tem de ser o principal aliado dos países de língua portuguesa no espaço Schengen.


  • O regresso da liberdade, igualdade e fraternidade

    Estas eleições francesas transcenderam-se porque não se limitaram ao seu espaço territorial


  • A ameaça no sonho europeu

    Distraídos pela vontade de assegurar o que falta, não estivemos atentos aos presságios e ninguém reparou na chegada dos extremismos e das maiores ameaças à democracia