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João Pedro George


  • Quanto custa a Felicidade?

    Boas notícias para a Cultura: o Governo de Luís Montenegro anunciou um aumento de 50% – ao longo dos próximos quatro anos – no valor atribuído à Cultura no orçamento de Estado.

    Quanto custa a Felicidade?

  • A má-fé de Afonso Reis Cabral

    Se Afonso se tivesse dignado em responder-me, o meu artigo teria obviamente de incluir as suas respostas, de integrar os seus pontos de vista, as suas explicações.

    A má-fé de Afonso Reis Cabral



  • Os ossos de Eça de Queiroz – 3.ª Parte

    O ambiente em casa dos familiares de Eça de Queiroz era monárquico, católico e até mesmo, por vezes, muito reaccionário. Depois da implantação da República, Emília, a sua filha Maria e a sua irmã Benedita de Castro foram para Richmond (Londres) e juntaram-se à colónia de portugueses que acompanharam o exílio de D. Manuel II,…

    Os ossos de Eça de Queiroz – 3.ª Parte

  • Os ossos de Eça de Queiroz – 2.ª Parte

    Enquanto o padre não chegava à casa de Neuilly, arrisco dizer que Eça de Queiroz terá confessado à mulher que gostaria de ser sepultado em Verdemilho, a terra onde estavam as suas raízes afectivas, o quadro onde se desenvolveu a sua meninice.

    Os ossos de Eça de Queiroz – 2.ª Parte

  • Os ossos de Eça de Queiroz – 1.ª Parte

    Em Lisboa, a notícia da morte de Eça de Queiroz espalhou-se logo pela cidade, em círculos muito restritos. Colhidos de surpresa, entre intelectuais, artistas e políticos, dizia-se: “O Queiroz morreu! O Queiroz morreu!”.

    Os ossos de Eça de Queiroz – 1.ª Parte

  • Nestum com Figos. As duas faces de Bruno

    Bruno Vieira Amaral elogiou Miguel Esteves Cardoso no Festival Escritaria, de Penafiel, onde fez parte da mesa ‘Nestum com Figos’, para no dia seguinte, num artigo no Observador, criticar o ‘processo de bovino-sacralização’ do autor d’ A Causa das Coisas.

    Nestum com Figos. As duas faces de Bruno

  • A Questão do Cocó: Um Estudo de Caso

    Em linha com o imenso entusiasmo que o romance de estreia de Anabela Mota Ribeiro tem provocado no nosso meio cultural, num longo ensaio João Pedro George explica os motivos porque considera que assim se abre um novo filão na literatura portuguesa.

    A Questão do Cocó: Um Estudo de Caso