Mesmo com a guerra e apesar de termos passado por uma crise política e por uma greve (pouco) geral em dezembro, 2025 foi um ano menos mau para Portugal
Fechados os debates com chave de ouro para um almirante sem medo, que começou destacado mas já estava a ser engolido pelo pelotão, a corrida presidencial só vai decidir-se na reta final
Por este caminho dos beijos de Filipe Melo e dos maloiks de Mariana Mortágua, ainda acabamos a ver os deputados da Nação a trocar manguitos e piretes em pleno hemiciclo.
Estado, câmaras, escolas e universidades, empresas e famílias deixaram de comprar jornais em papel. Se voltarem a fazê-lo, todo o País terá jornais. É preciso é dar o exemplo…
O trânsito está caótico. Em Lisboa mas não só. Mesmo sem acidentes nem chuva, é ‘normal’ perder-se mais de uma hora para percorrer uma dezena de quilómetros.
50 anos depois, não se percebe como tanta gente ainda reage com urticária à comemoração do dia em que a democracia triunfou sobre a tentativa de desvio totalitarista de esquerda
Não está nem vai ser nada fácil a Marcelo despedir-se de Belém e sair de cena. Sempre esteve no palco, desde menino, e na faculdade, nos media, na política.
São difíceis de derrubar e não é só porque são de borracha. É que há gente a mais que não vê ou não quer ver que as ruas foram feitas para os carros poderem circular. Haja quem..
Marta Temido arrependeu-se de se ter demitido. Acha que poderia ter feito mais pela Saúde. Ana Paula Martins não se demite. Ainda não fez o que acha que pode fazer pela Saúde.
A aprovação do OE com a abstenção do PS e da Lei da Nacionalidade com o Chega provam que Montenegro tinha razão na navegação aos bordos. Mas vai é de vento em popa.
Francisco Pinto Balsemão foi um dos homens com mais poder em Portugal nos últimos 60 anos. E usou-o. Para o bem, mas também para o mal.
Até o próprio termo francês caiu em desuso e, por isso mesmo, é mais certeiro. A esquerda woke e flotilheira já não tem tração. Caiu de podre. Ou de ridículo
Se Moedas vencer em Lisboa e Pizarro no Porto, se o Chega conquistar algumas câmaras e o PCP mantiver outras tantas, todos vão poder cantar vitória nestas autárquicas. Ou não…
O metrobus está para a velha Coimbra e para a histórica Av. da Boavista, no Porto, como a ciclovia para a lisboeta Av. Almirante Reis. E lá se foram milhões da UE ao desbarato.
André Ventura levou meses para revelar o seu governo sombra. Mas, para apresentar os nomes que anunciou, salvo raras exceções, mais lhe valera mantê-los na penumbra.
Para a maioria da imprensa nacional e internacional, o ‘ultraconservador e radical de extrema direita’ Charlie Kirk foi morto a tiro por um ‘jovem radicalizado político’.
Como pode sugerir-se sequer uma acusação de discriminação a quem, na primeira página, sublinha que «os imigrantes, se agravaram o problema, são também a esperança de uma solução» e se dá o exemplo da mobilização da comunidade Sikh…?
Portugal perde hoje um dos seus maiores do pós-25 de Abril! Um Livre Pensador que sempre escreveu aquilo que achava e em que acreditava, sem medo da polémica, da controvérsia ou das críticas, que só o estimulavam.
E eis que Marcelo volta a ameaçar com a bomba atómica, caso Governo e Oposição não cheguem a um entendimento para garantir a aprovação do Orçamento. Como se houvesse a certeza de que novas eleições afastarão os cenários de uma governação por duodécimos. A sério?