Já não são apenas excêntricos visionários criando produtos inovadores e acumulando fortunas; estão a adquirir poder real, iniciando uma nova fase da história cuja direção é difícil de prever.
Precisamos que os melhores em cada área prestem um serviço cívico ao país, mas também que os cidadãos se tornem mais conscientes, participativos e exigentes.
Vance começou por salientar que a maior ameaça à segurança da Europa não vem da Rússia, da China, ou de outro ator externo, mas de dentro de si própria, e traduz-se no retrocesso dos valores democráticos que nela se verifica.
A crise europeia tem vários fatores, mas resulta principalmente de um modelo ideológico com implicações económicas assustadoras.
A ideia que estamos perante uma fase avançada do declínio do ocidente tem feito o seu caminho, mas para o sistema, quem o afirma, é rotulado extremista de direita.
O instrumento de verificação e os seus funcionários não se ocupam com a factualidade, mas em imporem uma versão ideológica dos acontecimentos. Esse instrumento passou a ser utilizado como um meio de cariz policial de controlo de pensamentos e visões dissidentes e da respetiva censura.
A ditadura do relativismo cultural e moral conduz ao anything goes e à mais sórdida imoralidade.
O maior beneficiário do caos imigratório é o tipo de capitalismo que vive de lucros imorais, salários baixos e desprezo pelas pessoas, que tem o contributo deste progressismo, que com os seus delírios serve apenas para escamotear a verdadeira realidade.
Há uma evidência que tem de ser assumida, a direita circunscrita pelo sistema vigente não é a direita, mas um produto de contrafação.
O que está a acontecer não é a renovada irrupção inexplicável de forças negras quando tudo corria bem nas democracias liberais. Algo aconteceu e algo de novo está a surgir e a sedimentar-se, e trata-se de um movimento de esperança.
A vida, para o progressismo, ficamos também a saber, não é um direito absoluto, mas a morte é um direito fundamental e essencial
A especificidade da imigração no século XXI na Europa é um problema local e global muito grave.
Quando nos focamos nos factos e na realidade e não na propaganda política e em ilusões percebemos que estamos numa sociedade falhada.
Começam a surgir sinais do que parecia impensável, uma revolução legitima e justificada contra as insubstituíveis autointituladas democracias liberais.
O grau de destruição psíquica, social e moral da sociedade americana e por consequência do Ocidente será letal para a nossa civilização.
apologia da ideia de “todas as liberdades”, “todos os direitos”, foram reconduzidas à mercantilização, posso comprar esperma, úteros, mudanças de sexo, crianças, etc., tudo se compra e vende no grande bazar liberal, escudado no mundo livre do progressismo.
Chegamos ao ponto em que os média ditos progressistas e o seu séquito de opinadores concluíram que o melhor modo de defender a democracia seria acabar com as eleições, ou mesmo retirar ao povo o direito de escolher os seus representantes.
O racismo é um bode expiatório útil para manipular as massas e usado como arma política por gente sem escrúpulos e médias irresponsáveis.
A diabolização de toda a verdadeira oposição supera em muito os totalitarismos do século XX, só faltam de facto os campos de concentração físicos e o extermínio em massa, que não apenas simbólico.