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Filipe Nunes


  • O Matuto e o Jeitinho Brasileiro

    De certas coisas o Matuto entende: ele sabe que ‘o jeitinho Brasileiro’ é como açúcar a mais no café: disfarça o amargo, mas estraga o sabor.


  • O Matuto e os Jacarandás

    O Matuto tem um autêntico fascínio pelos jacarandás. Eles têm um sistema de poda interno que engenhosamente forma botões apenas nas extremidades dos ramos, e a jardinagem humana só vai obliterar o fogo de artifício que rigorosamente irá rebentar.


  • O Matuto e os Pombos

    E, é isso! O Matuto fica impressionado com muita coisa neste admirável mundo velho. A erudição é uma delas. Aí o Matuto fica de boca à banda. Como tem gente sábia nesta vida. Bem, o Matuto sabe algumas coisitas prosaicas.


  • O Matuto e os Pastéis

    O Matuto está abespinhado com a inflação crescente neste Brasil de hoje. Dá uma vontade imensa de fazer a ronda dos bares. Beber umas ‘bejecas’ (ainda se usa esta palavra?) e devorar uns pastéis.


  • O Matuto e as Senhoras Elegantes

    Deve estar-se num café como na nossa poltrona favorita.


  • O Matuto e o Calor

    O ar, de tão espesso dá para agarrar às colheradas. O vento é uma miragem, e as brisas meros sonhos de verão. O Matuto toma banho e já sai pingando suor.


  • O Matuto e o Mau Anfitrião

    Aviso à navegação – disclaimer, diriam os Ingleses: Se o estimado leitor enjoa com um certo humor, ou se é marinheiro de águas politicamente correctas, então é melhor desembarcar desta crónica. Há monstros marinhos para além deste ponto!


  • O Matuto e os Passeios

    O Matuto gosta de observar a fauna humana. O que os Ingleses chamam de “people watching”. Uma arte em extinção. O Matuto acha os detalhes do quotidiano, uma delícia…


  • O Matuto e o Banco de Momentos

    O Matuto guarda belos momentos no baú das memórias. São momentos já vividos… sentidos… digeridos.


  • O Matuto e Os Bichos

    Depois de pacientes observações; depois de aturadas conversas na linguagem dos bichos; depois de minuciosos apontamentos; o Matuto colocou a seguinte questão à bicharada que faz das ‘Pontes’ o seu lar: O que pensas do Homem?


  • O Matuto e “Certas” Palavras

    O Matuto ainda tem dificuldade em verbalizar a palavra ‘cardápio’ para se referir ao menu dum restaurante. Em Portugal o menu também pode ser ‘lista’ ou ‘ementa’. Mas nunca cardápio, como aqui no Brasil, mesmo sendo uma palavra simpática.


  • O Matuto e o Jardim

    Aqui nesta terra que tão generosamente acolheu o Matuto no seu seio, estamos na ressaca da Primavera, com a sua nitidez mansa. Chegam as chuvas tropicais que aguçam o cheiro da terra nas primeiras gotas gordas que caem do céu.


  • O Matuto e os Superlativos

    Aqui nas ‘Pontes’ – casa do Matuto e de sua gentil esposa, Dona Sirlei – a música é assunto sério. Seríssimo, na verdade. Os habitués da casa sabem disso.


  • O Matuto e O Teatro

    Desde então, mencionar o nome “Macbeth” dentro de um teatro é considerado má sorte. Para evitar o azar, os actores referem-se a MacBeth como “A Peça Escocesa”.


  • O Matuto e a Menina da Caixa de Fósforos

    A história de Natal, favorita do Matuto, foi escrita por Hans Christian Andersen, em 1845: A Menina e a Caixa de Fósforos. O Matuto prepara uma chá quente, aconchega a manta nos joelhos, ajusta o volume da vitrola, e passa a contar a história… Era uma vez uma menina que vendia fósforos.


  • O Matuto e os Porcos Voadores

    Ainda que apoiado em bons argumentos, o Matuto não tem a certeza de se mentir mais no Brasil do que noutras latitudes. O detector de mentiras falha muito nesta questão tão subjectiva.


  • O Matuto e a Madonna

    O Matuto garante de fonte segura que há outras pinturas marcantes, neste mundo. Uma delas é a Madonna del Pellegrini, do incontornável Caravaggio.


  • O Matuto e a Colisão Poética

    Matuto ouve o nome Artur Jorge e imediatamente faz conexões sinápticas com o rei Artur Jorge, Campeão Europeu em 1987. A mente humana funciona assim: por afinidades – garante o Matuto. O Rei Artur era um senhor do Futebol. O único treinador/filósofo.


  • O Matuto e os Gordos

    Agora, o gordo está para o mórbido, como o homem branco está para tóxico. E, a frase, “engordaste, outra vez” é demolidora, para qualquer pessoa anafada.